terça-feira, 29 de julho de 2014

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Exercícios na gravidez ajudam no desenvolvimento cerebral do bebê

Segundo pesquisa, 20 minutos de atividade cardiovascular moderada três vezes por semana já melhoram o desempenho do cérebro das crianças.


Grávidas que se exercitam podem gerar bebês com cérebros melhor desenvolvidos do que gestantes sedentárias. Foi o que descobriu um novo estudo da Universidade de Montreal, no Canadá, apresentado nesta semana no encontro anual da Sociedade para Neurociência dos Estados Unidos, em San Diego.
A pesquisa avaliou dezoito mulheres grávidas e, depois, analisou a atividade cerebral de seus bebês até eles completarem doze dias de vida. Parte das gestantes foi orientada a praticar atividade física a partir do segundo trimestre da gravidez. Elas faziam ao menos 20 minutos de exercícios cardiovasculares de intensidade moderada (pilates, caminhada, passeio de bicicleta ou natação, por exemplo) três vezes por semana. O restante das mulheres não se exercitou ou praticou pouca atividade (menos do que 12 minutos por semana) ao longo da gestação.
Segundo o estudo, quando as crianças tinham apenas dez dias de vida, já era possível observar que o cérebro daquelas cujas mães praticaram atividade física durante a gravidez era mais desenvolvido do que o dos bebês cujas mães não se exercitaram ao longo da gestação. Em testes que monitoraram a atividade cerebral das crianças, os filhos de mães fisicamente ativas foram capazes de reconhecer um novo som com menos esforço do que os outros, mostrando que o órgão deles era mais eficiente.
De acordo com Elise Labonete-LeMoyne, coordenadora do estudo, outras pesquisas já haviam relatado que a atividade física durante a gravidez promove uma série de benefícios à criança, mas essa é a primeira vez em que um trabalho mostra que os exercícios impactam especificamente o desenvolvimento cerebral do bebê. Segundo Elise, ela e sua equipe continuarão a acompanhar as crianças que participaram do estudo para saber se esse maior desenvolvimento cerebral tem efeitos a longo prazo.
FONTE: Revista Veja

domingo, 2 de junho de 2013

Pilates ajuda a reduzir o estresse do dia a dia

O estresse é o estado de alerta em que o organismo entra ao se deparar com algo que requeira mais esforço ou concentração. Por exemplo: quando somos questionados, entramos em estado de estresse para nos concentramos e responder.

O estresse, na dose certa, faz bem à saúde, pois mantém o cérebro estimulado e ativo.

Quando prolongado, pode causar malefícios e ser nocivo à saúde. Por exemplo: quando uma pessoa se preocupa com o peso sem motivos, ou por achar que não está evoluindo da maneira que gostaria; ou quando a mãe vive apenas para cuidar da criança, sem horário de descanso nem tempo para si mesmo; enfim, tudo isso estimula por tanto tempo o cérebro que causam um desequilíbrio químico, o que prejudica o funcionamento perfeito do organismo.

O estresse constante provoca um aumento acima do normal da produção do cortisol. Este hormônio é chamado hormônio do ESTRESSE. Ele deve ser produzido de forma dosada, para que estabeleça um funcionamento adequado do nosso organismo. Quando estes níveis estão desregulados, pode levar a um quadro de fadiga crônica.

O mecanismo funciona assim: no início do estresse, a adrenal aumenta a produção de cortisol, mas com a permanência do estímulo a própria glândula se dessensibiliza e a produção de cortisol desequilibra. O corpo percebe isso como se não pudesse mais descansar. Para ele, é como se não houvesse mais diferença entre dia e noite e o estado de alerta fosse constante. Com a persistência do quadro, surgem os problemas mais graves: insônia, depressão, obesidade, fibromialgia, fadiga crônica, aumento do risco de enfartes, AVC, trombose e uma considerável baixa de imunidade, etc…

E de que forma o Pilates ajudaria a equilibrar o stress?

Primeiramente, pela prática consciente e completa da respiração durante a execução de todos os exercícios. Segundo B.K.S. Iyengar, mestre indiano de Yoga, “controlar a respiração e observar seus ritmos aquieta a consciência. Ao controlar a respiração você está controlando a consciência, e, ao controlar a consciência, você dá ritmo a respiração”.

Já se comprovou que a respiração lenta e profunda reduz significativamente os níveis de cortisol no sangue ao longo do tempo. A hipersecreção contínua de cortisol, responsável pela reação de estresse generalizada, é a responsável pelos estados negativos como depressão, por exemplo, em contrapartida, baixos níveis de cortisol estão relacionados a sensação de bem-estar.

Por esse motivo, terminamos uma aula de Pilates sentindo o corpo trabalhado, energizado e com uma grande sensação de bem-estar.

Outro componente para a redução do stress é aprender a mover-se sem tensão, usando apenas os músculos necessários para a realização de um determinado movimento. O relaxamento consciente e seletivo proporciona maior economia de movimentos, facilita a fluidez, o controle e a precisão de movimentos.

A concentração garante a execução de movimentos conscientes e corretos. Ao concentrar-se em si mesmo, no próprio corpo, elimina-se a tendência de vaguear a mente por assuntos diversos que não nos ocupam aqui e agora.

A melhor notícia é que exercitar-se desta forma traz benefícios não apenas durante e logo após o término da aula de Pilates. Esse aprendizado de si mesmo é levado para todas as situações cotidianas nos ajudando a reconhecer os estados físicos e mentais e consequentemente nos proporcionando a oportunidade de agir de forma mais eficiente e consciente em todos os planos da vida.

Aquietar a mente, desenvolver equilibradamente o corpo reconhecendo o seu limite integra nosso ser e nos aproxima de nossa alma!

Fonte: Mais que Perfeita

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Exercícios de pilates aliviam dores na lombar, aponta pesquisa da Unesp



Estudo realizado em Rio Claro reuniu 20 voluntárias, entre 18 e 25 anos.
Fisioterapeuta indica exercícios para o fortalecimento da musculatura.

Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro (SP) aponta que exercícios de pilates podem aliviar dores na região lombar da coluna. O estudo chamou a atenção de especialistas e foi publicado  em uma revista australiana ligada à Associação de Pilates, o que mostra que as descobertas podem ajudar nos efeitos do tratamento da dor lombar.

Segundo o fisioterapeuta e orientador da pesquisa, Mauro Gonçalves, a explicação para esse desconforto está no desequilíbrio muscular. "São os músculos do abdômen, os abdominais, e os músculos das costas. Se eles não estão equilibrados, no sentido da sua força, vai existir dor lombar, mesmo em pé, sentado ou deitado", explicou Gonçalves.

A estudante Fernanda Cristina Milanezi sente dores ao realizar atividades de rotina, como lavar louça. "Tenho que flexionar o tronco para a frente, eu não aguento de dor nas costas. Para mim, é muito difícil continuar fazendo, em um longo período de tempo, lavar louça ou roupa, porque eu não aguento. Tenho que deitar para descansar a coluna", contou a estudante.

Fernanda foi uma das 20 voluntárias, com idades entre 18 e 25 anos, que a pesquisa reuniu. Durante seis meses, três vezes por semana, elas dedicavam uma hora por dia para realizar as atividades específicas no laboratório da Unesp.

"Os exercícios que a gente escolheu são exercícios iniciais e intermediários do método pilates, que visam a ativação e o recrutamento da musculatura abdominal baixa, que é uma musculatura importante para estabilidade da coluna e prevenir dores na lombar, e alguns exercícios para glúteos e coxas", disse a doutoranda em fisioterapia Nise Ribeiro Marques. (Veja exercicios no vídeo acima).

O resultado, ao final das avaliações, representa uma esperança para pessoas como a estudante Fernanda, que sonham em viver sem dor. "Pode continuar melhorando a minha postura, melhorar o fortalecimento dos meus músculos e, assim, ter uma vida com menos dor", declarou.

Pilates e o Salto Alto



O uso constante do salto alto pode desencadear dores nas costas, tornozelo, pernas e pés, além de acarretar em uma série de compensações e alterações de postura.

Para diminuir os impactos e reduzir as dores ocasionadas pelo salto alto, muitos especialistas aconselham a prática do Pilates, que trata-se de uma atividade que proporciona aumento da força, flexibilidade, alinhamento corporal, maior coordenação, melhor mobilidade das articulações e favorece a respiração.

São elementos que contribuem para um maior equilíbrio físico, e atuam diretamente no alongamento do corpo, prevenção de lesões, além de auxiliar no vigor e estabilidade.

Favorece o equilíbrio físico e mental, mas para que isso aconteça é necessário o entendimento dos desequilíbrios e a organização das atividades motoras para que se possa atingir o desenvolvimento do  corpo e da  mente.

O uso frequente do salto, pode contribuir para que os músculos do calcanhar possam ficar comprimidos e menos flexíveis e com a contração da panturrilha pode suscitar no encurtamento muscular.

Destacamos os principais benefícios do Pilates:
- Atenua dores nas costas, previne lesões através do fortalecimento integral da musculatura;
- Trabalha o alinhamento corporal e o fortalecimento da musculatura abdominal;
- Favorece a capacidade cardiorrespiratória, desenvolve a energia física através da tonificação, alongamento e definição muscular;

O Pilates trabalha na articulação, mobilidade e alongamento favorecendo na prevenção e tratamento dos músculos das pernas e pés.

FONTE: www.blogstudiopilates.com.br/

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Mastigar devagar ajuda na perda de peso


Na busca quase eterna por boa forma e qualidade de vida, a alimentação adequada é fundamental. Mas, além de se preocupar com a ingestão de alimentos saudáveis e nutritivos, uma das primeiras dicas para quem quer perder peso é mastigar devagar. Isso faz com que se coma menos, já que a sensação de saciedade chegará antes de se comer mais do que o necessário. Isso porque o organismo leva de 15 a 20 minutos para avisar o cérebro de que está saciado.
—  A mastigação lenta proporciona uma comunicação efetiva entre estômago e cérebro, fazendo com que haja maior liberação de hormônios de saciedade e também aumente a percepção de quando se está realmente satisfeito. Com isso, há uma menor ingestão de alimentos e, consequentemente, o controle do peso — explica a nutricionista Bruna Chagas Petrungaro.
No caso de alimentos sólidos _ especialmente as carnes bovinas _, o ideal é mastigar pelo menos 30 vezes antes de engolir. Ao mastigar devagar, os alimentos se mantêm por mais tempo em contato com as papilas gustativas presentes na língua. Como é por meio delas que se sente o sabor, quanto mais mastigações, maior será a apreciação do alimento e o estímulo das papilas. Logo, maior será a percepção da saciedade.
O processo de digestão inicia-se pela boca. Com uma mastigação correta, a produção de saliva é mais eficiente, o que ajuda a formar um bolo alimentar mais macio e fácil de ser deglutido, evitando vários problemas e desconfortos gástricos.
— Além disso, a mastigação mantém a força dos músculos do rosto, modela a forma do osso e a posição dos dentes, além de ser a primeira fase da digestão — complementa a fonoaudióloga Paula Pinheiro.
Para melhorar a digestão
:: Descanse os talheres no prato a cada mastigação.
:: Coloque pouca comida no garfo.
:: Escolha um local calmo e tranquilo para fazer suas refeições.
:: Evite realizar outras atividades durante a refeição (como ver TV, ler jornal ou acessar a internet)
:: Inicie a refeição com um prato ou porção generosa de salada. Enquanto mastiga lentamente as verduras e legumes, você ganha tempo para que a mensagem de saciedade chegue ao cérebro e se reduz a chance de repetir, por gula, o prato quente _ e mais calórico.
:: Limite a ingestão de líquidos como acompanhamento da refeição a um copo de 200ml. Dê preferência à água sem gás ou sucos naturais. Além de atrapalhar a digestão, o excesso de bebida pode aumentar o volume do estômago, fazendo com que a pessoa consuma uma maior quantidade de alimentos.
FONTE: www.zerohora.clicrbs.com.br