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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Má circulação nas pernas: conheça os hábitos para evita-la



O problema normalmente se manifesta por dores nas pernas ao andar, que pioram ao correr ou subir escadas


A dificuldade de circulação nas pernas na medicina é denominada doença arterial periférica, que acontece quando as artérias dos membros inferiores responsáveis por levar o sangue que sai do coração cheio de nutrientes e oxigênio para as extremidades apresentam algum problema que dificulta a chegada deste sangue. Quando andamos, por exemplo, precisamos de energia, glicose e oxigênio para que os músculos envolvidos no movimento possam trabalhar. Precisamos também de uma boa irrigação sanguínea para nutrição da pele, tecidos, unhas, pelos, ossos, enfim para todo o tecido vivo. 
Quando somos jovens, as artérias são lisas e capazes de conduzir todo o sangue necessário para as nossas necessidades. Com o passar dos anos, elas vão se desgastando, assim como todo o organismo. Nesse processo de degeneração, elas podem apresentar acúmulo de gordura em suas paredes, o colesterol, por exemplo, que vai causando um estreitamento da parte interna do vaso, dificultando a passagem de sangue. Essa gordura acumulada pode obstruir parte do vaso e, se não for tratada, pode chegar a obstruir toda a passagem de sangue em um determinado segmento do vaso sanguíneo. Por isso é importante fazermos um controle do colesterol, pois, se ele estiver aumentado, a possibilidade de ele se acumular é maior. 
Essa situação pode se agravar com o vício do cigarro, a ingestão de comidas gordurosas e frituras, o estresse intenso e a vida sedentária. Cada um desses fatores pode agravar a doença arterial, sendo que o pior é o tabagismo. 
Por isso, veja os hábitos que previnem o problema: 
  • Faça um levantamento das tendências familiares e, se houver casos de má circulação na família, procure o médico antes de sentir alguma coisa para fazer um check up vascular
  • Pare de fumar
  • Procure ter uma alimentação saudável, evitando gorduras animais, frituras e abusando de saladas, verduras, legumes, peixe e azeite de oliva
  • Tente lidar melhor com o estresse
  • Procure fazer uma atividade física regular que trabalhe principalmente a musculatura da panturrilha
  • Faça um controle rigoroso do colesterol, triglicérides, glicose sanguíneos
  • Pense saúde e não deixe a doença acontecer na sua vida.

Sintomas da má circulação nas pernas

O sintoma inicial mais comum na doença arterial periférica é a dor nas pernas, que aparece na panturrilha quando andamos. Com o movimento, precisamos de mais sangue para levar nutrientes ao músculo. Se este sangue com nutrientes não chega de forma suficiente, a maneira do corpo nos informar que algo não está funcionando bem é a dor. Ou seja, a dor que aparece ao andar e piora quando corremos ou subimos e que melhora quando paramos de movimentar é característica da má circulação. Essa dor pode ser piorada pelo frio intenso, que produz vasoconstricção, fazendo os vasos diminuírem e piorando ainda mais a chegada de sangue ao local necessário. Também pode piorar quando elevamos a perna, pois o sangue vai ter mais dificuldade de subir até a extremidade elevada. 
É muito importante estarmos atentos à linguagem corporal, neste caso a dor, que pode vir acompanhada de mudança de coloração da pele, que fica arroxeada ou pálida, e da sensação de perna fria. A queda dos pelos na perna também é um sinal de atenção. 
Se a doença não for reconhecida e tratada, pode evoluir para consequências mais graves como lesões ulceradas que provocam muita dor e até perda do membro por morte de tecidos levando à amputação do membro. 

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Conheça os diferentes tipos de água que prometem emagrecer



Água de berinjela, água com limão, água de gengibre, água Sass, veja quais delas realmente funcionam


Água de berinjelaágua de gengibre, água com limão, entre outras. Essas são apenas algumas das variedades da água que associadas ao emagrecimento e melhorias na saúde. Mas será que elas funcionam? Conversamos com nutricionistas e descobrimos que determinado tipos de fato proporcionam benefícios, mas passam longe do milagre prometido em certas publicações. "A água natural ainda é a melhor opção para hidratar, essas águas com sabor podem ser interessantes para quem não tem o hábito de beber água", diz a nutricionista Patrícia Pinesi, da clínica Maria Fernanda Barca.
A seguir, veja as características dos principais tipos de água:

1. Água potável

A água potável é essencial para o emagrecimento e manutenção da saúde. "A partir do momento em que começamos a entrar em um processo de desidratação as pessoas podem confundir sede com fome e acabam comendo mais", explica a nutricionista Patrícia Pinesi, da clínica Maria Fernanda Barca.

Além disso, todas as reações do nosso organismo acontecem na presença de água, inclusive a quebra de gordura. A hidratação correta ainda mantém a saúde e contribui para a eliminação de toxinas e o transporte de nutrientes para as células de uma forma mais adequada. 

A recomendação é ingerir entre 30 a 35 ml por kg de peso corporal de líquidos, o que em média fica em torno de 2 litros por dia.

2. Água de gengibre

Esta água pode contribuir para o emagrecimento saudável desde que seja ingerida da maneira correta, e claro, que faça parte de uma dieta balanceada. "O ideal é consumir o gengibre ralado ou espremido, não em rodelas. Ele tem que soltar seu líquido, o melhor é consumi-lo na salada, mas se quiser ralar na água e tomar, também pode", conta Patrícia. 

O gengibre ajuda na perda de peso porque tem ação termogênica. "Por isso, auxilia no processo de queima de gordura e aceleração metabólica, mas ele não é responsável pelo processo de emagrecimento de fato. Ele ajuda sim, mas uma boa alimentação e atividade física diária é muito mais efetivo e saudável", destaca a nutricionista Vivian Ragasso, do Instituto Cohen de Ortopedia. 

Pessoas com taquicardia devem consumir a água com moderação e evitar consumir o gengibre, pois ele possui efeito termogênico e em excesso pode elevar os batimentos cardíacos.

3. Água com limão

Não há comprovações cientificas de que a água com limão de fato contribua para a perda de peso. "Entretanto, o poder alcalinizante do limão pode auxiliar nos processos de desintoxicação facilitando a perda de peso, desde que dentro de um conjunto de mudanças para adoção de hábitos saudáveis de alimentação", observa a nutricionista Hannah Médici. Pessoas com gastrite, úlcera no estomago e intestino ou outros problemas no trato gastrointestinal devem evitar essa prática.

4. Água Sass

A água Sass foi criada pela nutricionista americana Cynthia Sass e conta com gengibre ralado ou espremido, fatias de limão, pepino e folha de hortelã. Todos esses alimentos ficam de molho na água por 12 horas e depois ela é consumida. Por conter o gengibre ralado ou espremido, esta água pode contribuir um pouco para o emagrecimento saudável desde que aliada a uma dieta balanceada. "É uma fórmula muito boa pra ajudar no processo de detox sim, mas não é efetiva no emagrecimento. O melhor seria bater todos esses ingredientes e consumir após isso", diz Vivian.

FONTE: minhavida.com.br


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Drenagem linfática: tratamento para inchaço e celulite



A drenagem linfática é uma técnica de massagem que tem por objetivo estimular o sistema linfático - uma rede complexa de vasos que movem fluidos pelo corpo - a trabalhar de forma mais acelerada. Entre os principais benefícios do método estão a redução da retenção de líquido, ativação da circulação sanguínea, combate à celulite e até o relaxamento corporal.

 A função da drenagem linfática é retirar a linfa que fica acumulada entre as células, o que pode ser ocasionado por um retardo da pessoa na produção da linfa, por exemplo, ou por dificuldades da absorção por parte das células. Com essa estimulação, há a diminuição do inchaço e melhora da celulite. O procedimento melhora também a circulação em geral, relaxa o corpo e pode atuar discretamente no combate a gordura localizada - uma vez que a massagem aumenta o metabolismo do local.

 O transporte de gordura - principalmente na forma de triglicerídeos - e vitaminas é feito pela linfa do intestino e desemboca no fígado sendo metabolizado e mandando ao sistema circulatório os nutriente e volume sanguíneo de maneira balanceada. Por isso, quando há uma melhora da circulação da linfa, há também uma maior oxigenação dos tecidos do corpo, o que melhora o aspecto da celulite e gordura localizada.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Raiva: Saiba lidar com ela e como ela pode te prejudicar



A raiva é um sentimento comum a todos, e acontece até mesmo com as pessoas mais calmas e serenas. Esse estado de irritação pode ser causado por diversos motivos, e quando estamos estressados e cansados ficamos ainda mais vulneráveis a ele.

Ela causa uma série de prejuízos à saúde física e mental como, problemas cardíacos, problemas gastrointestinais, dores de cabeça, derrame, ganho de peso, queda de cabeço, queda na imunidade, tensão muscular, além limitar as boas relações, atrapalhando a vida pessoal e profissional.

Sentimentos considerados vilões, como a raiva, por exemplo, podem ser benéficos se forem canalizados para promover ações construtivas. A raiva causa adrenalina e te deixa mais corajoso, portanto, pode ser utilizada como impulso e motivação para sair da zona de conforto e tomar atitudes que talvez você não tomaria em uma ocasião confortável.

Sentir raiva no decorrer de sua vida é inevitável, pois na maioria das vezes ela é provocada por fatores externos que vão além de seu domínio, como um engarrafamento, um colega de trabalho inconveniente, a fila de um banco onde você está a um bom tempo em espera, entre outras diversas situações que fazem parte do nosso cotidiano.

É indispensável, portanto, saber como lidar da melhor maneira com esse sentimento que influencia tão intensamente nossos atos.

3 Dicas para ter uma boa relação com a raiva

Confira abaixo dicas para conduzir a raiva e tirar desse estado de emoção resultados favoráveis.

Analise o motivo provocador

O primeiro passo é não bloquear o sentimento, você tem o direito de senti-lo. Nesse sentido, o melhor caminho é analisar as razões que te levaram a chegar neste estado. Em momentos de raiva é comum agirmos de maneira equivocada, portanto, pare, respire e observe a situação.
Exercite a inteligência emocional

Ser inteligente emocionalmente é primordial para conduzir a vida pessoal e profissional. Todos os dias somos desafiados e sempre acontecerá fatos que nos tire da zona de conforto, mesmo que seja por provocação da raiva.

A inteligência emocional é a habilidade de conduzir as próprias emoções, sendo mais assertivo nas tomadas decisões, mantendo-se equilibrado, mesmo diante das adversidades.
Pratique atividades físicas

É claro que essa dica não poderia faltar. A atividade física repercute positivamente em todos os sentidos, através dela você extravasa toda energia acumulada, fica mais sereno e paciente. O Pilates é uma atividade física completa, além desses benefícios, os exercícios de Pilates exigem um alto nível de concentração não deixando espaço para os pensamentos ruins. Após uma aula de Pilates o aluno sai relaxado e com a menta vazia.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

QUAL A FREQUÊNCIA IDEAL PARA PRATICAR PILATES?


Em outras modalidades, como a musculação, por exemplo, o corpo precisa de um período de descanso para responder aos estímulos do exercício.

No Pilates, não existe essa necessidade. A atividade pode ser praticada todos os dias, trazendo inúmeros benefícios ao organismo, que vão desde o combate ao stress, alívio de dores, fortalecimento muscular até o emagrecimento.

Porém, se você não tem disponibilidade para praticar Pilates diariamente, tente, no mínimo, três vezes por semana. Assim, você conserva uma boa frequência de estímulo do seu organismo.

Não tem tempo para praticar Pilates mais de uma vez por semana? Não desanime! Se você conseguir, pelo menos em um dia, separar tempo para se exercitar, já estará promovendo saúde e bem-estar ao seu organismo. Aproveite ao máximo esse momento, tentando relaxar, se desligar do problemas do dia a dia e se concentrar em cada movimento. Em uma hora de aula, são trabalhados o alongamento, a flexibilidade, a força muscular e a respiração.


Em outras atividades, realizar a prática apenas uma vez por semana pode ser perigoso. A falta de condicionamento físico pode causar uma lesão. No Pilates, esse risco não existe! A atividade pode ser praticada por qualquer pessoa, sem exigir uma preparação prévia.
Não esqueça de escolher um estúdio com equipamentos de qualidade e com profissionais preparados, que irão determinar quais movimentos são mais indicados para cada pessoa.

domingo, 2 de junho de 2013

Pilates ajuda a reduzir o estresse do dia a dia

O estresse é o estado de alerta em que o organismo entra ao se deparar com algo que requeira mais esforço ou concentração. Por exemplo: quando somos questionados, entramos em estado de estresse para nos concentramos e responder.

O estresse, na dose certa, faz bem à saúde, pois mantém o cérebro estimulado e ativo.

Quando prolongado, pode causar malefícios e ser nocivo à saúde. Por exemplo: quando uma pessoa se preocupa com o peso sem motivos, ou por achar que não está evoluindo da maneira que gostaria; ou quando a mãe vive apenas para cuidar da criança, sem horário de descanso nem tempo para si mesmo; enfim, tudo isso estimula por tanto tempo o cérebro que causam um desequilíbrio químico, o que prejudica o funcionamento perfeito do organismo.

O estresse constante provoca um aumento acima do normal da produção do cortisol. Este hormônio é chamado hormônio do ESTRESSE. Ele deve ser produzido de forma dosada, para que estabeleça um funcionamento adequado do nosso organismo. Quando estes níveis estão desregulados, pode levar a um quadro de fadiga crônica.

O mecanismo funciona assim: no início do estresse, a adrenal aumenta a produção de cortisol, mas com a permanência do estímulo a própria glândula se dessensibiliza e a produção de cortisol desequilibra. O corpo percebe isso como se não pudesse mais descansar. Para ele, é como se não houvesse mais diferença entre dia e noite e o estado de alerta fosse constante. Com a persistência do quadro, surgem os problemas mais graves: insônia, depressão, obesidade, fibromialgia, fadiga crônica, aumento do risco de enfartes, AVC, trombose e uma considerável baixa de imunidade, etc…

E de que forma o Pilates ajudaria a equilibrar o stress?

Primeiramente, pela prática consciente e completa da respiração durante a execução de todos os exercícios. Segundo B.K.S. Iyengar, mestre indiano de Yoga, “controlar a respiração e observar seus ritmos aquieta a consciência. Ao controlar a respiração você está controlando a consciência, e, ao controlar a consciência, você dá ritmo a respiração”.

Já se comprovou que a respiração lenta e profunda reduz significativamente os níveis de cortisol no sangue ao longo do tempo. A hipersecreção contínua de cortisol, responsável pela reação de estresse generalizada, é a responsável pelos estados negativos como depressão, por exemplo, em contrapartida, baixos níveis de cortisol estão relacionados a sensação de bem-estar.

Por esse motivo, terminamos uma aula de Pilates sentindo o corpo trabalhado, energizado e com uma grande sensação de bem-estar.

Outro componente para a redução do stress é aprender a mover-se sem tensão, usando apenas os músculos necessários para a realização de um determinado movimento. O relaxamento consciente e seletivo proporciona maior economia de movimentos, facilita a fluidez, o controle e a precisão de movimentos.

A concentração garante a execução de movimentos conscientes e corretos. Ao concentrar-se em si mesmo, no próprio corpo, elimina-se a tendência de vaguear a mente por assuntos diversos que não nos ocupam aqui e agora.

A melhor notícia é que exercitar-se desta forma traz benefícios não apenas durante e logo após o término da aula de Pilates. Esse aprendizado de si mesmo é levado para todas as situações cotidianas nos ajudando a reconhecer os estados físicos e mentais e consequentemente nos proporcionando a oportunidade de agir de forma mais eficiente e consciente em todos os planos da vida.

Aquietar a mente, desenvolver equilibradamente o corpo reconhecendo o seu limite integra nosso ser e nos aproxima de nossa alma!

Fonte: Mais que Perfeita

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Exercícios de pilates aliviam dores na lombar, aponta pesquisa da Unesp



Estudo realizado em Rio Claro reuniu 20 voluntárias, entre 18 e 25 anos.
Fisioterapeuta indica exercícios para o fortalecimento da musculatura.

Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro (SP) aponta que exercícios de pilates podem aliviar dores na região lombar da coluna. O estudo chamou a atenção de especialistas e foi publicado  em uma revista australiana ligada à Associação de Pilates, o que mostra que as descobertas podem ajudar nos efeitos do tratamento da dor lombar.

Segundo o fisioterapeuta e orientador da pesquisa, Mauro Gonçalves, a explicação para esse desconforto está no desequilíbrio muscular. "São os músculos do abdômen, os abdominais, e os músculos das costas. Se eles não estão equilibrados, no sentido da sua força, vai existir dor lombar, mesmo em pé, sentado ou deitado", explicou Gonçalves.

A estudante Fernanda Cristina Milanezi sente dores ao realizar atividades de rotina, como lavar louça. "Tenho que flexionar o tronco para a frente, eu não aguento de dor nas costas. Para mim, é muito difícil continuar fazendo, em um longo período de tempo, lavar louça ou roupa, porque eu não aguento. Tenho que deitar para descansar a coluna", contou a estudante.

Fernanda foi uma das 20 voluntárias, com idades entre 18 e 25 anos, que a pesquisa reuniu. Durante seis meses, três vezes por semana, elas dedicavam uma hora por dia para realizar as atividades específicas no laboratório da Unesp.

"Os exercícios que a gente escolheu são exercícios iniciais e intermediários do método pilates, que visam a ativação e o recrutamento da musculatura abdominal baixa, que é uma musculatura importante para estabilidade da coluna e prevenir dores na lombar, e alguns exercícios para glúteos e coxas", disse a doutoranda em fisioterapia Nise Ribeiro Marques. (Veja exercicios no vídeo acima).

O resultado, ao final das avaliações, representa uma esperança para pessoas como a estudante Fernanda, que sonham em viver sem dor. "Pode continuar melhorando a minha postura, melhorar o fortalecimento dos meus músculos e, assim, ter uma vida com menos dor", declarou.

Pilates e o Salto Alto



O uso constante do salto alto pode desencadear dores nas costas, tornozelo, pernas e pés, além de acarretar em uma série de compensações e alterações de postura.

Para diminuir os impactos e reduzir as dores ocasionadas pelo salto alto, muitos especialistas aconselham a prática do Pilates, que trata-se de uma atividade que proporciona aumento da força, flexibilidade, alinhamento corporal, maior coordenação, melhor mobilidade das articulações e favorece a respiração.

São elementos que contribuem para um maior equilíbrio físico, e atuam diretamente no alongamento do corpo, prevenção de lesões, além de auxiliar no vigor e estabilidade.

Favorece o equilíbrio físico e mental, mas para que isso aconteça é necessário o entendimento dos desequilíbrios e a organização das atividades motoras para que se possa atingir o desenvolvimento do  corpo e da  mente.

O uso frequente do salto, pode contribuir para que os músculos do calcanhar possam ficar comprimidos e menos flexíveis e com a contração da panturrilha pode suscitar no encurtamento muscular.

Destacamos os principais benefícios do Pilates:
- Atenua dores nas costas, previne lesões através do fortalecimento integral da musculatura;
- Trabalha o alinhamento corporal e o fortalecimento da musculatura abdominal;
- Favorece a capacidade cardiorrespiratória, desenvolve a energia física através da tonificação, alongamento e definição muscular;

O Pilates trabalha na articulação, mobilidade e alongamento favorecendo na prevenção e tratamento dos músculos das pernas e pés.

FONTE: www.blogstudiopilates.com.br/

domingo, 23 de dezembro de 2012

Acredite se quiser: "Papai Noel faz Pilates"

Como é possível um velhinho subir no telhado, descer pela chaminé e ainda por cima carregando pacotes de presente.
Só tem uma explicação.
Ele faz Pilates!


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Técnica de pilates em pé é novidade para modelar o corpo


Quem quer chegar à boa forma neste verão pode investir na modalidade para queimar calorias e melhorar a postura



Com a proximidade do verão, é hora de planejar as férias e reservar uns dias para aproveitar a praia. Para boa parte das mulheres, também é tempo de intensificar a malhação na academia para ficar com o corpo em dia nos biquínis, vestidos e saias.
Para quem deseja eliminar as gordurinhas até os dias de calor intenso, a dica é uma modalidade que surgiu nas academias recentemente: o Standing Pilates ou pilates em pé. Trata-se de uma nova técnica do já conhecido método pilates, que alia movimento, concentração e preparação física.
Porém, nela é utilizado uma espécie de colete com resistências elásticas que possibilitam que a carga do próprio corpo seja acionada para resistir ou assistir ao movimento, otimizando os esforços da modalidade.
Assim, segundo a divulgação da clínica curitibana Núcleo do Corpo, que aposta na novidade, é possível melhorar os níveis de equilíbrio na posição em pé, além de priorizar o fluxo e o desempenho da movimentação, sem deixar de lado o prazer de praticar o exercício.
Vale destacar que o acessório, chamado de Tye4, é mais uma evolução do pilates proposta pelo Physicalmind Institute, de Nova York, que é um dos mais importantes centros da modalidade no mundo. A intenção é adequar o método à realidade de quem treina, que em geral é sedentário e passa muito tempo sentado.
Assim, vale procurar essa novidade do pilates na sua cidade para queimar as calorias e fazer bonito no biquíni.

domingo, 26 de agosto de 2012

Idosa encontra no Pilates forma de se recuperar de três AVCs em Manaus


Método Pilates fortalece musculatura e auxilia na manutenção da postura.
Idosa conseguiu recuperar movimentos do lado direito do corpo.


Quem vê a dona de casa Donor Azaro D’Lippi, de 76 anos, praticando Pilates, método de controle e fortalecimento muscular, não imagina a importância da técnica na vida dela. Depois de sofrer três acidentes vasculares em três anos consecutivos (1989, 1990 e 1991), ela começou a realizar Pilates diariamente, contribuindo para recuperar os movimentos do lado direito do corpo.

"No início, eram três horas de manhã e três à tarde de fisioterapia e depois me voltei ao Pilates”, disse Donor ao mencionar que frequenta as sessões de duas a três vezes por semana. “Pilates é fundamental na minha vida”.

Segundo a fisioterapeuta, Lucélia Sant’Anna, realizar Pilates ajuda as pessoas a adquirirem uma postura melhor e terem mais disposição para a rotina de trabalho, além de fortalecer os músculos. Uma sessão de Pilates dura uma hora e é indicado para todas as faixas etárias, com exceção de crianças menores de quatro anos. “Quem inicia Pilates desde criança tem a possibilidade de crescer com a musculatura fortalecida. O abdômem é a base de tudo e vai sendo exercitado com o passar dos anos”, diz Lucélia.

Na história da técnica, Joseph Pilates criou o primeiro studio do método em 1923. Desde então, as casas especializadas se espalharam pelo mundo. Segundo a fisioterapeuta, quem não gosta do ambiente agitado de academias encontra no Pilates a calmaria que precisa. "Muita gente não gosta da agitação e procura o Pilates porque trabalha o corpo aliado a respiração. É quando podemos intensificar os exercícios”, explicou.

O método prioriza trabalhar com os limites de cada indivíduo. É levado em consideração o ritmo e o que já pode ter ocorrido com os músculos dos pacientes. Uma sessão envolve no máximo quatro pacientes e o atendimento personalizado é exigido para que o resutado seja satisfatório. “Durante a sessão é comum ficar corrigindo a postura de quem está na sessão. A gente sempre diz que há um passado do cliente que precisa ser percebido. Não é só uma coluna vertebral, se trabalha com a mente também”, afirma a fisioterapeuta.

FONTE: G1.com

domingo, 2 de outubro de 2011

A força do pilates



O método começa a ser indicado por médicos e ganha espaço dentro dos hospitais para auxiliar na recuperação de males como dor, câncer e doenças neurológicas


No mundo do fitness, a explosão de novas modalidades é uma constante. Mas, normalmente, com a mesma velocidade com que surgem, elas desaparecem após poucos meses. Quando resistem, tornam-se aqueles fenômenos que mudam a história da malhação e a maneira como enxergamos a atividade física. Foi assim com o surgimento da aeróbica, com a expansão da musculação e assim está sendo com o Pilates. Criado pelo alemão Joseph Pilates durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o método rapidamente caiu no gosto dos bailarinos, que o usavam como complemento ao treino. Mas foi só a partir da década de 90 que se popularizou, atraindo milhares de adeptos em todo o mundo e tornando-se a maior revolução do fitness dos últimos anos. Só nos Estados Unidos, primeiro país a receber um estúdio com aulas da modalidade (ministradas pelo próprio Pilates em Nova York), estima-se que cerca de dez milhões de pessoas o pratiquem. No Brasil, não há dados precisos, mas o crescimento pode ser observado pela grande quantidade de estúdios e de pessoas que se confessam fãs do Pilates. “A rápida percepção dos resultados incentiva cada vez mais gente a aderir à técnica”, analisa a fisioterapeuta Solaine Perini, presidente da Associação Brasileira de Pilates. “Isso faz dele o método de condicionamento físico que mais ganha adeptos no mundo.”

As razões para se buscar o Pilates são as mais variadas. Há desde os desejosos de esculpir o corpo (inspirados por celebridades como a cantora Madonna, que credita parte de sua boa forma à técnica) até os interessados em exercícios capazes de ajudar na prevenção ou na recuperação de problemas como dores e lesões. Como anseios tão diferentes cabem dentro de um mesmo método? “Pilates se preocupou em criar uma técnica que trabalha a saúde como um todo”, considera Inelia Garcia, uma das primeiras instrutoras do método no Brasil e hoje dona de um império com mais de 47 estúdios e dez mil alunos espalhados por todo o País. “O corpo torna-se mais forte, flexível e resistente”, diz. “Na parte mental, os exercícios melhoram a concentração e a memória. E o trabalho com a respiração ajuda no controle das emoções”, completa.



A abrangência das lições deixadas por Pilates chama mesmo a atenção. Vem de uma preocupação constante que guiou o seu trabalho: imprimir ciência à técnica. Toda a metodologia de Pilates parte do conceito de “centro de força” (ou power house). O termo, por ele criado, define a região central do corpo humano. “São os músculos da coluna, do quadril, das coxas e do entorno do abdome”, diz Aline Haas, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e instrutora certificada pela Pilates Method Alliance, dos Estados Unidos. “Eles são os flexores e extensores da coluna e do quadril e estão na musculatura profunda da pelve.” De acordo com os princípios preconizados por Pilates, fortalecer essa região é a melhor maneira de garantir uma boa sustentação para o corpo humano.


Ao compreender o trabalho muscular realizado durante os movimentos, Pilates criou exercícios e aparelhos capazes de estimular os músculos, inclusive os mais profundos e em geral pouco acionados no cotidiano. Os resultados são tão impressionantes que têm ocupado o tempo dos cientistas. Parte deles está especialmente interessada em levantar mais do que transformações corporais que o método pode proporcionar. Querem conhecer as suas possíveis indicações terapêuticas. 

E o que se descobriu até agora é alentador. Um exemplo: trabalhos demonstram que a técnica pode ser eficaz para a redução das dores, com efeitos animadores em casos de dor lombar e de fibromialgia (dor crônica sem origem aparente, mais comum em mulheres, e sentida em vários pontos do corpo). Um dos estudos pioneiros foi feito no Departamento de Medicina do Esporte e Reabilitação do Instituto Ortopédico Gaetano Pini, na Itália. Os pesquisadores recrutaram 43 pacientes com dor lombar. Parte deles fez Pilates, enquanto os demais foram submetidos ao tratamento da Escola da Coluna (método fisioterapêutico criado na década de 60). Ao fim de dez dias, quem praticou Pilates teve ganhos similares aos da fisioterapia tradicional, mas com uma vantagem: estava muito mais contente. Entre os que tiveram aula de Pilates, 61% declararam-se muito satisfeitos com a terapia, contra 4,5% entre os que foram submetidos à outra técnica.



Corrobora com o trabalho italiano a revisão proposta pelo fisioterapeuta Edward Lim, do Hospital Geral de Cingapura – a primeira sobre o tema. Lim reuniu sete pesquisas de diversas partes do mundo. Todas sobre o efeito do Pilates em pacientes com dores na parte inferior da coluna. A conclusão: o método é realmente válido para tratar o problema. “Mas os exercícios precisam ser estruturados para atender aos variados quadros clínicos dos pacientes”, disse Lim à ISTOÉ.

Como o que ocorre com a dor lombar, o uso da técnica para casos de fibromialgia também vem ganhando respaldo científico. Em especial após a divulgação dos primeiros resultados de uma pesquisa realizada na Universidade de Uludag, na Turquia. A equipe acompanhou 50 voluntárias durante 12 semanas. Divididas em dois grupos, metade das mulheres frequentou aulas de Pilates e as demais foram orientadas a praticar exercícios de relaxamento e alongamento em casa. Enquanto o primeiro grupo relatou melhoras significativas na dor, o segundo teve alterações positivas bem pequenas.



As comprovações têm encorajado médicos a indicar a técnica a seus pacientes. “É um recurso muito útil, em especial nos casos de dor nas costas sem causa específica”, afirma o traumatologista e ortopedista Alberto Mendes, de São Paulo. “Além do alongamento e do equilíbrio postural, o Pilates faz um trabalho de fortalecimento muscular muito positivo, pois ajuda na sustentação da coluna”, diz o médico. O reconhecimento da importância do método também pode ser medido por sua incorporação pela fisioterapia. “Temos uma resolução que ampara o fisioterapeuta no uso do Pilates como recurso terapêutico”, diz Wiron Correia Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Fisioterapia. 


A chave para entender esses benefícios está em um dos fundamentos preconizados pelo alemão Pilates: o equilíbrio. “Quando as cadeias musculares estão em equilíbrio, há redução da dor”, explica Osvandré Lech, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia, que também indica o método. Pessoas em busca de redução da dor já formam um grupo comum nos estúdios. “Em 80% dos casos, nossos alunos vêm com esse objetivo”, conta Juliana Takiishi, coordenadora de Pilates do Centro de Bem-Estar Levitas, em São Paulo. Parte deles chega às aulas por conta própria. A outra, por recomendação médica.
O fluxo de pacientes dos consultórios para os estúdios tem inspirado outra tendência: a oferta de Pilates dentro dos próprios hospitais. Na Clínica Mayo, centro de referência médica mundial, localizada nos Estados Unidos, o interesse nos benefícios que a técnica pode oferecer a pessoas doentes é tão grande que a instituição está realizando uma pesquisa para delinear melhor os ganhos obtidos. “Há um grande número de pessoas que tiveram câncer aderindo ao método”, informa a médica Daniela Stan, da instituição americana. A pesquisadora está concluindo um estudo com 15 mulheres, previsto para ser publicado no início de 2012. Durante três meses, as voluntárias participaram de aulas na instituição sob os olhos atentos de Daniela. “Há melhoria dos movimentos no lado do corpo afetado pela doença, assim como maior flexibilidade”, disse à ISTOÉ. “Também notamos melhora no humor e na satisfação com o corpo.”

Outra instituição a oferecer aulas é o prestigiado M. D. Anderson Cancer Center, também nos Estados Unidos. Por lá, pacientes que têm ou tiveram tumor de mama podem usufruir de uma aula por semana, indicada para ajudar no controle dos sintomas, como dor e fadiga. Na Suny Upstate Medical University, em Siracusa (EUA), as indicações são mais amplas. “Usamos para ajudar na reabilitação de pessoas com problemas músculo-esqueléticos”, contou à ISTOÉ Karen Kemmis, fisiologista do exercício e responsável pelo serviço. “Se alguém, por exemplo, sofre com dor no ombro e minha avaliação mostra que essa pessoa não tem um bom controle do movimento nessa região, usamos o Pilates para melhorar os padrões de movimento, prevenindo a ocorrência de mais prejuízos na área”, explicou.




No centro americano, o método é utilizado ainda para auxiliar na reabilitação de portadores de doenças neurológicas. “Entre eles estão indivíduos com doença de Parkinson e que sofreram acidente vascular cerebral”, contou Karen. Nesses casos, além de contribuir para a melhora de movimentos prejudicados, estimula a habilidade de concentração.
A tendência de implementar estúdios em hospitais já começa a ser vista também por aqui. Exemplos são os hospitais Brasil, Integrante da Rede D’Or, e Albert Einstein, ambos em São Paulo. “Usamos como continuidade do tratamento ortopédico em pacientes que tiveram alta”, explica a fisioterapeuta Simone Przewalla, do Albert Einstein.
A instituição atende em média 20 pessoas por mês. “É uma atividade segura, que preserva bastante as articulações”, acrescenta Simone. A equipe responsável pelas aulas é formada apenas por fisioterapeutas. E o cuidado é intenso. “O médico nos manda uma carta dizendo o que o paciente tem, o que ele não pode fazer e quais objetivos devem ser atingidos”, diz a fisioterapeuta Marta Cordeiro Pereira, do Hospital Brasil. No Rio de Janeiro, a técnica está na lista das atividades sugeridas pela Clínica Cardiomex, coordenada por médicos especializados em medicina do esporte e cardiologia. “Entre outros benefícios, o Pilates reduz o estresse”, diz a cardiologista Isa Bragança.

Mas não só o uso clínico do método tem merecido atenção dos cientistas. Responder a perguntas ainda não esclarecidas na área do fitness também é objeto frequente das pesquisas. Quem busca o Pilates apenas como uma forma de malhação vê na prática um modo de ganhar força e flexibilidade. E, claro, melhorar a definição da área abdominal. Mas será que isso pode mesmo ser atingido? De acordo com os pesquisadores que têm se dedicado a estudar a prática, sim. E a boa notícia é que os resultados aparecem pouco depois das primeiras aulas. Foi a conclusão à qual chegaram pesquisadores do Centro de Saúde da Turquia. Ao acompanhar um grupo de 38 mulheres sedentárias, eles perceberam que cinco semanas após o início das aulas o corpo já respondia aos estímulos dados pelos exercícios. Nas 21 voluntárias submetidas à técnica houve aumento da força nos músculos abdominais e melhora na flexibilidade. Pesquisa semelhante realizada na Universidade do Estado do Colorado (EUA) constatou esses mesmos ganhos entre voluntários de meia-idade. “E os benefícios foram percebidos com a prática de exercícios de intensidade relativamente baixa, que podem ser realizados sem aparelhos”, anotou no estudo June Kloubec, coordenadora do trabalho.
Mas há o outro lado da moeda. Após testes realizados para o Colégio Americano de Medicina do Esporte pela pesquisadora Michele Olson, da Universidade de Auburn, no Alabama (EUA), acendeu-se o alerta vermelho para a crença de que o Pilates pode ser usado como método de emagrecimento por si só. O que Michele constatou foi que a queima calórica das aulas da modalidade é baixa. No nível básico, uma hora de Pilates equivale a menos de 200 calorias. “Pilates é um treino de força e resistência”, disse Michele à ISTOÉ. “Se a pessoa quer queimar calorias, o melhor é praticar corrida ou spinning”, acrescentou. Isso não significa dizer, porém, que é preciso trocar o estúdio pelo tênis. O Pilates pode ajudar a emagrecer. “Ao começar a praticar, o aluno percebe mudanças positivas no corpo, como força, alinhamento postural, menos dores”, diz a fisioterapeuta Kátia Pinho, do Studio Airmid, de São Paulo. “Sua autoestima aumenta muito, o que é fundamental para iniciar um programa de emagrecimento.”
Além disso, ele contribui para manter o peso. O trabalho muscular aumenta a massa magra no corpo que, por sua vez, potencializa o consumo calórico do organismo. Na prática, quer dizer que ganhar músculos (e para isso o Pilates é muito válido) aumenta a quantidade de calorias consumidas pelo corpo para manter-se, pois as células musculares gastam mais energia para funcionar do que as células de gordura. Mais uma das qualidades do Pilates.
FONTE: ISTO É

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Fisioterapeuta, um profissional humano

Por ser uma profissão de contato constante com seres humanos, requer, além da técnica, conduta ética e tratamento humanizado.


Imagine um profissional versátil. Dotado de habilidades técnicas, científicas, psicológicas, sociais. Esse é o perfil de um fisioterapeuta. Aquele que lida diretamente com pessoas; trata de pacientes lesionados pelos mais diversos problemas de saúde; recebe doentes de diferentes faixas etárias e níveis econômicos em ambientes como clínicas, hospitais, clubes, programas de assistência pública. 

De quem se espera, portanto, sensibilidade – para além da técnica. “A gente precisa de pessoas voltadas para a questão do homem, da humanização, da ética, da conduta. Que entenda o ser humano numa dimensão muito maior que o corpo”, explica o fisioterapeuta há oito anos e professor da Universidade de Fortaleza (Unifor), Alessandro Façanha.

Regulamentado como profissão desde 1975, o fisioterapeuta previne, diagnostica e trata disfunções do organismo humano. Causadas por acidentes, vício de postura, sequelas pós-operatórias ou má-formação genética, os problemas de saúde são tratados com massagem, ginástica e as próprias mãos dos profissionais.

Mas não pense que ser fisioterapeuta se resume a ser massagista. Quem trabalha exclusivamente com a técnica da massagem é o massoterapeuta; no tratamento fisioterápico, ela é apenas uma das constituintes. A categoria considera o termo, inclusive, pejorativo.

Em média, o salário pode variar entre R$1.600 e R$4.000. O mercado é bem amplo, no qual se inclui trabalho em hospitais, centros de reabilitação, clínicas particulares, clubes desportivos, centros de saúde, escolas, indústrias, universidade, faculdades e centros de pesquisa.

O fisioterapeuta Luiz Neto, 49, atua na profissão há 22 anos. Hoje, trabalha no Centro de Reabilitação Funcional do Ceará. Para ele, “a remuneração não é reconhecida. Quem se sobressai são os que se especializam em algumas técnicas”. Como exemplos de especialização em expansão, Neto cita o pilates, o RPG, a osteopatia e a fisioterapia dermato-funcional: “A onda do momento é a garantia da estética, da drenagem linfática. Muitos optam por esse lado. Dá mais dinheiro”.

Em Fortaleza, os cursos de graduação são muitos. O cuidado deve ser na escolha da faculdade. “Devido ao número de faculdades na área, tem muita gente que se forma a cada semestre ”, alerta Neto.

Saiba mais
Alternativas
O fisioterapeuta interessado em trabalhar no interior do Estado pode se candidatar a vagas do Programa Saúde da Família (PSF) e do Núcleo de Assistência da Saúde da Família (Nasf). No PSF, os fisioterapeutas entram nos núcleos complementares. Mas no Nasf, atuam na atenção primária (prevenção) para doenças básicas: controle de postura, de pressão arterial e glicemia.

EM
ALTA


MERCADO
O mercado é amplo na área da saúde da mulher (dermato-funcional), na fisioterapia do trabalho (ergonomia) e no atendimento hospitalar e clínico em terapia intensiva

EM
BAIXA


SALÁRIO
O salário inicial de um fisioterapeuta é R$ 1.670,00 (30 horas semanais). Há quem o considere baixo


FONTE: O POVO