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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Atividade física é uma das melhores amigas do seu coração



Nem sempre dormir ou descansar é a atividade ideal para recarregar as energias de um cotidiano corrido e repleto de tensões. Se exercitar, sim. E os resultados são melhores ainda se a prática for aeróbica. "Por melhorar o preparo físico, os exercícios fazem com que você tenha mais disposição para realizar as tarefas do dia", explica o especialista em medicina do exercício Daniel Arkader Kopiler, membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME).

E os benefícios não param por aí. A prática de atividades físicas também libera substâncias como a endorfina, que dá sensação de bem-estar e aumenta autoestima. Ou seja, deixando a preguiça de lado você cuida melhor do corpo e da mente. Além de aumentar a disposição, esse tipo de atividade dá aquele empurrão para o ponteiro da balança descer.

Um estudo realizado na Grã-Bretanha indica que exercícios aeróbicos, como a caminhada e a corrida, são mais eficazes na inibição do apetite do que as chamadas atividades anaeróbicas, como a musculação. Segundo a pesquisa, passar 60 minutos na esteira afeta a liberação de dois dos principais hormônios reguladores do apetite, o peptídeo YY e a grelina. O primeiro inibe a fome, e o segundo é conhecido por atuar em seu estímulo.

Praticar exercícios não é bom apenas para queimar calorias. A atividade física também é uma das melhores amigas do seu coração e ajuda você a continuar jovem. Um estudo canadense publicado na revista científica PLoS One mostrou que os benefícios de duas idas semanais à academia de ginástica deixam os músculos mais fortes e também mais jovens. Por isso, corra, pule, ande ou dance.
Escolha a atividade que te agrada mais e vá em frente. Vale lembrar que pessoas sedentárias devem fazer exames médicos e check-ups antes de começar a praticar exercícios, principalmente se há histórico de obesidade e problemas de coração.

FONTE: www.minhavida.com.br

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Dor nas costas pode ser sintoma de problemas em outras partes do corpo

pilates



As dores nas costas têm sido responsáveis pela grande ocorrência de visitas aos consultórios médicos. Trata-se de uma queixa comum tanto entre o público mais jovem quanto para as pessoas de idade mais avançada. Na grande maioria dos casos, essas dores acarretam mudanças no estilo de vida do paciente com redução de movimentos e atividades (até as mais simples e corriqueiras), o que compromete, significativamente, a qualidade de vida do indivíduo.

Muitas vezes, as dores nas costas são associadas a problemas posturais, uma vez que hábitos inadequados de postura durante a realização de atividades ou mesmo em posição estática pode comprometer, severamente, a saúde da coluna vertebral, contribuindo para o surgimento de dores.

Entretanto, o que muitas pessoas não sabem é que o problema que causa as dores nas costas pode, muitas vezes, não ter a sua origem na própria coluna vertebral, mas sim remeter a outras afecções no corpo. Por uma questão de automaticidade, se eu sinto uma dor no braço, logo procuro um tratamento para a dor naquela região. O mesmo acontece se a dor for na perna, na cabeça ou na própria coluna. Nesse contexto, o problema está no foco em tratar, apenas, a dor e não a patologia que é, de fato, a causa daquele desconforto.

Dores nas costas como sintoma de problemas em outras regiões do corpo 

Algumas doenças que surgem na coluna, acabam afetando outras regiões do corpo. É o caso, por exemplo, da dor no nervo ciático (uma inflamação ou dano ao nervo ciático que se localiza desde a coluna lombar até os pés). Dentre os sintomas da dor ciática está a irradiação dos desconfortos (dores, formigamento, sensação de queimação, etc.) para a região posterior da coxa ou da perna. De modo inverso, as dores que se manifestam na coluna também podem ser consequência de outras complicações de saúde, não, necessariamente, de origem nesta região.

Nenhum tipo de dor deve ser ignorado, principalmente, os tipos mais persistentes e que tendem a piorar com o tempo. Dores na coluna podem revelar simples contraturas ou distensões musculares de tratamento mais simples ou mesmo natural, mas também podem indicar a presença de doenças graves. Um exemplo é a osteoporose que consiste na redução de densidade da massa óssea e que atinge mais comumente as mulheres. Essa doença metabólica pode causar dores frequentes nas costas. No caso das doenças renais, a maioria não causa dores nas costas, mas o surgimento de pedras em um dos rins ou nas vias urinárias, assim como alguns casos de infecção urinária, pode acabar resultando em intensa dor lombar com a irradiação, inclusive, para a virilha.

Tratando efetivamente das dores nas costas

A principal maneira de lidar com a dor nas costas é investigar, antes de mais nada, a sua causa. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar o equívoco de uma doença que possa ser evidenciada como causa da dor, mas que, na verdade, não tenha associação e, assim, agravar a condição do paciente ao ser tratado de forma inadequada.

O tratamento deve ser multidisciplinar, envolvendo diferentes tipos de exames a serem realizados por diversos médicos, para só então iniciar um atendimento específico para aquele quadro. É muito importante alertar para os riscos da automedicação. Utilizar analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares é perigoso, principalmente, se o paciente não sabe ainda a causa das dores nas costas e não recebeu uma prescrição médica adequada de medicamentos.

No entanto, o melhor tratamento ainda consiste na prevenção! Cuidados com a sobrecarga de trabalho e durante as atividades domésticas devem ser adotados. Bem como realizar momentos de relaxamento ao longo do dia. O exercício físico também é uma importante ferramenta, pois, uma vez praticado regularmente, proporciona a melhora do condicionamento físico, controlando o aparecimento de lesões e viabilizando preparo muscular para a rotina diária.

O médoto Pilates é altamente recomendado por médicos e não há contrata indicação. É um ótimo aliado no tratamento e na prevenção de dores nas costas.

domingo, 2 de junho de 2013

Pilates ajuda a reduzir o estresse do dia a dia

O estresse é o estado de alerta em que o organismo entra ao se deparar com algo que requeira mais esforço ou concentração. Por exemplo: quando somos questionados, entramos em estado de estresse para nos concentramos e responder.

O estresse, na dose certa, faz bem à saúde, pois mantém o cérebro estimulado e ativo.

Quando prolongado, pode causar malefícios e ser nocivo à saúde. Por exemplo: quando uma pessoa se preocupa com o peso sem motivos, ou por achar que não está evoluindo da maneira que gostaria; ou quando a mãe vive apenas para cuidar da criança, sem horário de descanso nem tempo para si mesmo; enfim, tudo isso estimula por tanto tempo o cérebro que causam um desequilíbrio químico, o que prejudica o funcionamento perfeito do organismo.

O estresse constante provoca um aumento acima do normal da produção do cortisol. Este hormônio é chamado hormônio do ESTRESSE. Ele deve ser produzido de forma dosada, para que estabeleça um funcionamento adequado do nosso organismo. Quando estes níveis estão desregulados, pode levar a um quadro de fadiga crônica.

O mecanismo funciona assim: no início do estresse, a adrenal aumenta a produção de cortisol, mas com a permanência do estímulo a própria glândula se dessensibiliza e a produção de cortisol desequilibra. O corpo percebe isso como se não pudesse mais descansar. Para ele, é como se não houvesse mais diferença entre dia e noite e o estado de alerta fosse constante. Com a persistência do quadro, surgem os problemas mais graves: insônia, depressão, obesidade, fibromialgia, fadiga crônica, aumento do risco de enfartes, AVC, trombose e uma considerável baixa de imunidade, etc…

E de que forma o Pilates ajudaria a equilibrar o stress?

Primeiramente, pela prática consciente e completa da respiração durante a execução de todos os exercícios. Segundo B.K.S. Iyengar, mestre indiano de Yoga, “controlar a respiração e observar seus ritmos aquieta a consciência. Ao controlar a respiração você está controlando a consciência, e, ao controlar a consciência, você dá ritmo a respiração”.

Já se comprovou que a respiração lenta e profunda reduz significativamente os níveis de cortisol no sangue ao longo do tempo. A hipersecreção contínua de cortisol, responsável pela reação de estresse generalizada, é a responsável pelos estados negativos como depressão, por exemplo, em contrapartida, baixos níveis de cortisol estão relacionados a sensação de bem-estar.

Por esse motivo, terminamos uma aula de Pilates sentindo o corpo trabalhado, energizado e com uma grande sensação de bem-estar.

Outro componente para a redução do stress é aprender a mover-se sem tensão, usando apenas os músculos necessários para a realização de um determinado movimento. O relaxamento consciente e seletivo proporciona maior economia de movimentos, facilita a fluidez, o controle e a precisão de movimentos.

A concentração garante a execução de movimentos conscientes e corretos. Ao concentrar-se em si mesmo, no próprio corpo, elimina-se a tendência de vaguear a mente por assuntos diversos que não nos ocupam aqui e agora.

A melhor notícia é que exercitar-se desta forma traz benefícios não apenas durante e logo após o término da aula de Pilates. Esse aprendizado de si mesmo é levado para todas as situações cotidianas nos ajudando a reconhecer os estados físicos e mentais e consequentemente nos proporcionando a oportunidade de agir de forma mais eficiente e consciente em todos os planos da vida.

Aquietar a mente, desenvolver equilibradamente o corpo reconhecendo o seu limite integra nosso ser e nos aproxima de nossa alma!

Fonte: Mais que Perfeita

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Exercícios de pilates aliviam dores na lombar, aponta pesquisa da Unesp



Estudo realizado em Rio Claro reuniu 20 voluntárias, entre 18 e 25 anos.
Fisioterapeuta indica exercícios para o fortalecimento da musculatura.

Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro (SP) aponta que exercícios de pilates podem aliviar dores na região lombar da coluna. O estudo chamou a atenção de especialistas e foi publicado  em uma revista australiana ligada à Associação de Pilates, o que mostra que as descobertas podem ajudar nos efeitos do tratamento da dor lombar.

Segundo o fisioterapeuta e orientador da pesquisa, Mauro Gonçalves, a explicação para esse desconforto está no desequilíbrio muscular. "São os músculos do abdômen, os abdominais, e os músculos das costas. Se eles não estão equilibrados, no sentido da sua força, vai existir dor lombar, mesmo em pé, sentado ou deitado", explicou Gonçalves.

A estudante Fernanda Cristina Milanezi sente dores ao realizar atividades de rotina, como lavar louça. "Tenho que flexionar o tronco para a frente, eu não aguento de dor nas costas. Para mim, é muito difícil continuar fazendo, em um longo período de tempo, lavar louça ou roupa, porque eu não aguento. Tenho que deitar para descansar a coluna", contou a estudante.

Fernanda foi uma das 20 voluntárias, com idades entre 18 e 25 anos, que a pesquisa reuniu. Durante seis meses, três vezes por semana, elas dedicavam uma hora por dia para realizar as atividades específicas no laboratório da Unesp.

"Os exercícios que a gente escolheu são exercícios iniciais e intermediários do método pilates, que visam a ativação e o recrutamento da musculatura abdominal baixa, que é uma musculatura importante para estabilidade da coluna e prevenir dores na lombar, e alguns exercícios para glúteos e coxas", disse a doutoranda em fisioterapia Nise Ribeiro Marques. (Veja exercicios no vídeo acima).

O resultado, ao final das avaliações, representa uma esperança para pessoas como a estudante Fernanda, que sonham em viver sem dor. "Pode continuar melhorando a minha postura, melhorar o fortalecimento dos meus músculos e, assim, ter uma vida com menos dor", declarou.

terça-feira, 19 de março de 2013

GESTANTES & FITNESS: Pilates alivia desconfortos da gravidez



Muitas mulheres acreditam que o Pilates é um dos melhores exercícios para se fazer antes e depois do parto. Elas estão corretas. Uma das principais razões que torna o Pilates tão bom para as gestantes deve-se ao fato de ser uma atividade física de baixo impacto e ótima para auxiliar no fortalecimento dos músculos. Com o abdômen, as costas e o assoalho pélvico tonificados, a musculatura tende a suportar melhor a gravidez e o parto. O método é ideal para quem deseja o parto normal, já que trabalha força e a respiração.
Com as modificações sofridas pelo corpo da mulher a maioria reclama de desconfortos, acaba adquirindo má postura e, consequentemente dores – a lombar, por exemplo, é um dos principais alvos de queixas. Esses sintomas podem ser amenizados com a prática de exercícios que proporcionam melhor condicionamento físico, alongamento, fortalecimento dos músculos, relaxamento e o bem-estar.
Segundo o fisioterapeuta Michel Salgado, sócio-diretor da Metacorpus Studio Pilates, – rede presente em 20 estados, com 17 estúdios próprios e outros 600 credenciados – a capacidade de adaptação dos exercícios também é um fator importante que torna o Pilates a atividade física predileta das grávidas.
“Desde que não haja contraindicação médica, as grávidas podem iniciar a atividade física logo depois do terceiro mês de gestação e manter a prática até o final do sétimo. O Pilates não oferece pressão sobre as articulações ou costas. As costas serão fortificadas, assim como a musculatura ao redor da região pélvica. Além disso, o Pilates tem poder de relaxar, alongar e os exercícios leves podem ser feitos para energizar o corpo e fazer com ela se sinta melhor física e mentalmente”, destaca Michel Salgado.
MUDANÇA DOS EXERCÍCIOS
A maioria dos movimentos pode ser modificada de acordo com cada fase da gravidez para permitir exercícios mais suaves ou focados em determinada área do corpo, já que o treino na Metacorpus, por exemplo, conta com instrutor que oferece atenção durante a prática do método. O Pilates também auxilia as novas mamães a recuperarem a boa forma física.
Com o avançar da gravidez (terceiro trimestre), a mulher tende a se sentir pesada e ter constante sensação de desconforto. O peso adicional do bebê pode modificar a noção de equilíbrio, causar inchaços e até varizes. O Pilates entra na vida da grávida como forma de alongar, melhorar da postura e a circulação sanguínea.
“Se de maneira global há melhora no tônus muscular e na circulação, existe a possibilidade de maior oferta de oxigênio para o útero o que torna o parto menos sofrido para o bebê. E, claro, as técnicas de respiração utilizadas no Pilates podem ajudar com o controle da respiração durante o parto”, destaca o fisioterapeuta.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Dor na coluna em cirurgiões dentistas




A coluna vertebral é constituída de 33 vértebras formando o eixo ósseo do corpo e está condicionada a oferecer resistência de um pilar de sustentação, mas também a flexibilidade necessária à movimentação do tronco (RIO, LOZANO, GARRO, 2004; DANGELO, FATTINI, 2007; SERRANO, 2009).
    Uma das maiores causas de afastamento prolongado do trabalho e de sofrimento humano são os transtornos da coluna vertebral. As cervicalgias e lombalgias apresentam uma incidência impressionantemente alta no trabalhador, muitas vezes precipitada pelas condições de trabalho que decorrem da utilização biomecânica incorreta da "máquina humana". Aproximadamente 60% das dores na coluna vertebral são causadas por dores musculares, em geral por retrações dos músculos devido à má postura, esforço físico, movimentos repetitivos de maneira errada e predisposição genética (MAEHLER, 2003).
    Os profissionais odontólogos estão entre os primeiros em afastamento do trabalho por incapacidade temporária ou permanente, com sintomas de dor e desconforto em diferentes regiões do segmento superior do corpo, sendo mais acometida a região do pescoço, ombro e coluna lombar A maioria dos quadros descritos pode ser enquadrada entre os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (SANTOS FILHO, BARRETO, 2001).
    Atualmente, as questões de saúde e organização relacionadas ao trabalho têm sido muito investigadas devido aos problemas verificados entre as diversas categorias de trabalhadores. Dentre as mais variadas atividades laborais, a odontologia se destaca por ser uma atividade voltada para a saúde, mas que exige muita precisão e concentração, o que impõe ao seu praticante uma série de fatores predisponentes a alterações sócio-psico-fisiológicas e organizacionais de seu trabalho (LOGES, AMARAL, 2005).
    A odontologia tem sido considerada uma profissão "estressante", colocando os profissionais odontólogos entre os primeiros lugares em afastamentos do trabalho por incapacidade temporária ou permanente, respondendo por cerca de 30% das causas de abandono prematuro da profissão (SANTOS FILHO, BARRETO, 2001).
    Tais profissionais experimentam comumente dor musculoesquelética durante o curso de suas carreiras. Enquanto a dor lombar ocasional ou dor de pescoço não é uma causa para alarme, se ocorrer dor regularmente ou desconforto e este é ignorado, o dano fisiológico cumulativo pode conduzir a um dano ou uma inaptidão profissional (VALACHI, VALACHI, 2003).
    Estudos sistemáticos sobre os distúrbios musculoesqueléticos em cirurgiões-dentistas vêm sendo realizados desde a década de 50, e são responsáveis pelas primeiras propostas de modificações no processo de trabalho dos dentistas, inclusive a mudança do trabalho da posição ortostática para a posição sentada (SANTOS FILHO, BARRETO, 2001).
    No trabalho sentado a maior parte dos músculos posturais estão relaxados. Do ponto de vista da atividade muscular, pode-se considerar a posição sentada como de baixo risco para algias da coluna, entretanto, as estruturas articulares, tornam-se expostas a maiores riscos de lesão. As cargas na coluna são sempre maiores na posição sentada do que na postura em pé, devido aos elementos posteriores da coluna vertebral que formam uma carga ativa quando em pé. No entanto, na posição sentada não há participação destes elementos de força anti-gravitacional, permitindo assim que os discos intervertebrais recebam uma carga maior, elevando o risco de lesões (BRITO, 2003).
    Na postura sentada, a parte inferior da coluna, a lordose lombar, é reduzida, sofrendo uma diminuição ou eliminação de sua curvatura fisiológica, tornando-se reta ou mesmo invertendo-se. Assim, diminui-se o espaço existente na parte da frente das vértebras e aumenta-se o de trás, forçando o núcleo pulposo, que estava no centro do disco, para trás (MAEHLER, 2003).
    Vários procedimentos odontológicos exigem para o dentista assumir e manter posições que podem ter desvantagens potenciais para seu sistema musculoesquelético. O trabalho com pacientes é executado freqüentemente com os braços elevados e sem apoio e com a coluna cervical flexionada e rodada. Estudos prévios informaram uma prevalência alta de sintomas no pescoço e na região do ombro como também da região lombar de dentistas que trabalham em prática clínica (MOEN, BJORVATN, 1996).
    A dor cervical localizada, conhecida como cervicalgia, é um problema de saúde extremamente comum na população geral (HOVING, 2002; CÔTÉ, 2004; CHIU, LAM, HEDLEY, 2005; ESTEBAN, 2006).
    Como doenças da coluna cervical estão ficando prevalecente na sociedade, estimativas indicam que 67% de indivíduos sofrerão dor cervical em alguma fase da vida (FALLA, JULL, HODGES, 2004).
    Nos Estados Unidos 50% a 70% da população irão sofrer cervicalgia pelo menos uma vez na vida, tanto quanto um terço é afetado a cada ano (HURWITZ, 2002).
    A dor na coluna cervical apresenta menor freqüência e incapacidade de trabalho que a dor lombar e com um número menor de consultas (SEPÚLVEDA, 2004).
    A faixa etária de maior incidência situa-se entre 45 e 65 anos, sendo mais freqüente no sexo feminino (FONSECA, DUARTE, ROSÁRIO, 2001; HOVING, 2002).

    A cervicalgia pode apresentar um quadro clínico de começo brusco ou de instauração lenta e evolutiva que se inicia no pescoço e logo se irradia para o ombro e extremidade superior, que se exacerba com os movimentos e se incrementa com o decúbito e o repouso noturno, acompanhando-se de parestesia (SEPÚLVEDA, 2004).
    Dentre as diversas Síndromes Dolorosas destacam-se as algias vertebrais, que acometem milhões de pessoas, sendo um dos principais incômodos da população, em que as lombalgias são observadas em 70% dos brasileiros, podendo relacionar-se com a má postura ou hérnias discais (TOSATO, 2006).
    Na consulta ortopédica as dores da coluna estão entre as queixas mais freqüentes dos pacientes, bem como representam causas comuns de afastamento do trabalho (FERNANDES, 2007).
    Dentre as doenças crônicas, estudos afirmam que 70 a 85% de todas as pessoas sofrerão de dor lombar em algum momento de suas vidas (CUNILL, 1993; GÓMEZ, 2001; LLERENA, NOVO, MARTÍNEZ, 2001; BIYANI, ANDERSSSON, 2004; SILVA, FASSA, VALLE, 2004; GONZÁLEZ-HIDALGO, 2006; ROBAINA, 2006).
    A lombalgia é a causa primária de inaptidão em indivíduos com idade inferior a 50 anos (GÓMEZ, 2001; LLERENA, NOVO, MARTÍNEZ, 2001; BIYANI, ANDERSSSON, 2004).
    Segundo a Associação Internacional para Estudo de Dor a lombalgia é uma intolerância para a atividade e inabilidade para trabalhar (GÓMEZ, 2001).
    Esta morbidade atinge principalmente a população com idade economicamente ativa (SILVA, FASSA, VALLE, 2004).
    A lombalgia pode apresentar fatores de risco que é fundamental identificar. Os fatores mecânicos como posturas estáticas adotadas no trabalho, vibração, tarefas repetitivas e condução prolongada são considerados como fatores de risco. Há também fatores pessoais a serem considerados, como a idade, o sexo, obesidade, IMC elevado e hábitos tabágicos (PONTE, 2005; OLIVEIRA, ZABKA, FLORES, 2008).
    O trabalho físico pesado, levantamentos, posturas estáticas, flexões e torções, vibração, ambientes desagradáveis e tarefas repetitivas, são fatores que estão também associados com aumento do risco de dor lombar (GÓMEZ, 2001).
    A lombalgia tem como causas algumas condições como: congênitas, degenerativas, inflamatórias, infecciosas, tumorais e mecânico-posturais (ANDRADE, 2005; SERRANO, 2010).
    Na lombalgia a dor não apresenta irradiação importante, a intensidade da dor é variável, desde uma sensação de desconforto até uma dor lacinante, quase sempre há transtorno funcional, impedindo o paciente de recostar, trabalhar ou deitar. Em alguns casos há bloqueio funcional, ficando o paciente em uma posição rígida, sem condições de exercer qualquer atividade. É comum a presença de rigidez matinal que melhora com a movimentação. Mudanças de posição, o ato de sentar, deambulação, tosse, espirros e pequenos esforços provocam dor. Observa-se limitação da mobilidade da coluna, dor a palpação da região lombar, podendo haver uma área extremamente sensível (PORTO, 2000).
    O objetivo do presente estudo foi avaliar a prevalência de algias na coluna vertebral em cirurgiões dentistas, decorrentes da prática da atividade clínica profissional, bem como verificar qual a prevalência de algia, definir qual o segmento mais acometido e estabelecer critérios relacionados à postura e presença da dor.

Materiais e métodos

    Foram sujeitos da pesquisa 47 cirurgiões-dentistas, portadores ou não de algias vertebrais, independente da doença, sexo ou idade. Todos pacientes assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido.
    Foram analisadas como exposições as variáveis demográficas (sexo, idade, cor da pele e situação conjugal), comportamentais (tabagismo, carga horária de trabalho, procura de auxílio médico e resultado com terapias), ergonômicas (trabalho sentado, trabalho em pé, trabalho com esforço físico, trabalho com vibração, trabalho de repetitividade, trabalho em posição viciosa, trabalho em posição estática de rotação de tronco, trabalho em posição estática de flexão anterior de tronco, trabalho em posição estática de rotação de cervical, trabalho em posição estática de flexão cervical, trabalho em posição estática de extensão cervical e se conhece sobre ergonomia), álgicas (dor na coluna cervical, dor na coluna torácica e dor na coluna lombar) e nutricional (peso, estatura e índice de massa corporal – IMC).
    As variáveis ergonômicas foram caracterizadas pela percepção do entrevistado identificando entre as opções (nunca, raramente, geralmente, sempre) qual delas caracterizava melhor a freqüência de exposição. Entre as variáveis aferidas estão esforço físico, vibração e repetitividade, bem como posição viciosa e variáveis álgicas (dor na coluna cervical, na coluna torácica e na lombar).
    A variável tabagismo foi coletada nas categorias de nunca fumou, ex-fumante ou fumante atual. O IMC dos indivíduos foi medido pelo peso (Kg) referido, dividido pela altura (cm) referida elevada ao quadrado.
    Os resultados foram obtidos através de análise estatística simples utilizando porcentagem, e descritos de forma dissertativa.

Resultados

    Foram estudados 47 indivíduos, com idade entre 23 e 71 anos, sendo que 51% eram do sexo masculino e 94% era da cor branca. A situação conjugal aponta que 70% era casado ou vivia com companheiro.
    Na análise bruta 43% encontrava-se em idade economicamente ativa, entre 30 e 39 anos, e que 81% trabalham oito horas diárias ou mais. Entre todos os participantes 28% procuraram por auxilio médico, e 53% apresentaram resultados com terapias, bem como 96% dos participantes nunca fumaram
    Para definir as prevalências das variáveis ergonômicas, as freqüências obtidas nas categorias "geralmente" e "sempre" foram reunidas em um único grupo. Em relação à posição observou-se que 100% trabalhavam sentado e que 94% dos indivíduos consideravam que trabalhavam em posição viciosa. Foi apontado que 94% trabalhavam com movimentos repetitivos; 25% realizava trabalho com esforço e 23% estavam expostos a vibração, geralmente ou sempre.
    Sobre a postura de trabalho 75% trabalhava com rotação de tronco e 85% com inclinação do tronco. Na coluna cervical 83% trabalhava com rotação cervical; 75% com flexão cervical e 53% com extensão cervical.
    Sobre ergonomia 96% dos participantes afirmavam que conhecia, geralmente ou sempre.
    No tocante algias vertebrais o presente estudo apresenta prevalência de 60% para lombalgia seguida de 42% de cervicalgia. Em relação às algias vertebrais relacionadas com a postura de trabalho constatou-se que prevalece na posição sentada, sendo prevalente a lombalgia com 55,3%, seguida de cervicalgia com 40,4%.
    Em relação ao peso dos participantes, 26% apresentaram entre 50-59 kg e 26% com 80 kg ou mais. A estatura prevaleceu 32% entre 1,60-1,69m, e 4% apresentava IMC correspondente a obesidade (igual ou superior a 30 kg/m2).

Discussão

    De acordo com os dados coletados, a idade apresentou-se maior na faixa etária considerada produtiva, até 50 anos (85%), com a prevalência de 51% do sexo masculino, diferindo de outros estudos como Santos Filho, Barreto (2001) e Maehler (2003) que aponta prevalência de 58% e 66% dos entrevistados para o sexo feminino.
    A situação conjugal nos apresentou que 70% eram casados ou viviam com companheiros, se aproximando dos resultados encontrado por Santos Filho, Barreto (2001), Loges, Amaral (2005) e Ponte (2005), em que os entrevistados casados apresentava entre 54% a 72% de prevalência.
    Observou-se que 96% dos participantes nunca fumaram, se aproximando dos dados obtidos por Santos Filho, Barreto (2001) e Loges, Amaral (2005), apresentando que 84% e 90% dos entrevistados não eram tabagistas. A interferência do tabagismo não alterou os quadros de algias, não relacionando-se com os trabalhos de Ponte (2005) e Oliveira, Zabka, Flores (2008) em que apresenta hábitos tabágicos como fator de risco para a lombalgia.
    Em relação à carga horária de trabalho 81% trabalham oito horas diárias ou mais. sendo prevalente também no estudo realizado por Maehler (2003), apontando que 71% dos entrevistados trabalham oito horas diárias ou mais. Como afirma Graça, Araújo, Silva (2006) não é aconselhável que o cirurgião dentista permaneça na mesma posição por um longo período, sugerindo-se a mudança de postura a cada duas horas, aliviando a circulação e evitando a fadiga muscular.
    Entre todos os participantes 28% procuraram por auxilio médico, e 53% apresentaram resultados com terapias, diferindo dos dados obtido por Maehler (2003), em que 55% procuraram auxilio médico, podendo ser justificado em nosso estudo que 53% dos participantes obtiveram resultados de alivio com terapias, não procurando por auxílio médico.
    É necessário que os profissionais de odontologia se conscientizem quanto ao cuidado de seu maior patrimônio: seu próprio corpo. Pausas para descanso entre os atendimentos, adoção de métodos preventivos, como, exercícios regulares, massagens, cuidados com a postura, são algumas alternativas que podem ser adotadas a fim de prevenir e/ou minimizar os possíveis problemas musculoesqueléticos, advindos da profissão, considerada uma das mais estressantes na área da saúde.
    Quanto à postura todos os indivíduos afirmaram que geralmente ou sempre se utilizam da postura sentada, 94% com movimentos repetitivos e 26% trabalham com esforço físico, apresentando diferença significativa com outro estudo apresentado4 em que 80% dos entrevistados afirmaram trabalho com esforço físico.
    Pelo estudo realizado, fatores como o maior acometimento de lombalgias, podem ser indicativos de uma necessidade de melhor adaptação dos equipamentos às necessidades antropométricas, bem como a qualidade e especificidade de cada equipamento, de acordo com o tipo de atividade desenvolvida e as necessidades de cada gênero.
    Entre todos os indivíduos participantes do presente estudo, 94% consideravam que trabalhavam com uma posição viciosa, sendo que a maioria adotava a posição de inclinação anterior de tronco e rotação de tronco associado com rotação cervical e flexão cervical, variando com 53% que afirmaram que geralmente ou sempre adotam a posição de extensão cervical, acompanhando a tendência encontrada no estudo de Maehler (2003) que aponta a mesma posição como sendo a prevalência.
    No tocante algias vertebrais o presente estudo apresenta prevalência de 60% para lombalgia seguida de 42% de cervicalgia, se aproximando dos valores encontrados nos estudos apresentados por Moen, Bjorvatn (1996), Santos Filho, Barreto (2001) e Loges, Amaral (2005) e diferindo dos dados apresentados por Maheler (2003), em que relata a prevalência de 24% de cervicalgia e 17% de lombalgia, tendo como alvo os acadêmicos de odontologia, enquanto os demais autores utilizaram-se de profissionais atuantes.
    Diante da complexidade de se avaliar as algias, faz-se necessário uma maior quantidade de estudos para que se possa verificar resultados mais fidedignos, bem como as características dos quadros álgicos, a influência de outros fatores que não físicos na intensidade e prevalência da dor, e o melhor posicionamento que se adapte as necessidades do profissional.
    A obesidade pode causar alterações no equilíbrio biomecânico do corpo propiciando assim o risco de dor lombar (Oliveira, Zabka, Flores, 2008), o que não apresenta relação com o presente estudo, em que 4% apresentava-se com o IMC elevado, correspondente a obesidade

Conclusão

    O presente estudo apresenta prevalência de 60% para lombalgia seguida de 42% de cervicalgia, sendo o segmento vertebral mais acometido representado pela coluna lombar, seguido com a coluna cervical.
    A atividade do cirurgião dentista possui uma variedade de aspectos e funções, não podendo se abranger somente neste estudo. Este se deteve a investigar a profissão como um todo. Porém, sabe-se que a odontologia é feita de várias especialidades distintas entre si, e com atividades laborais e físicas muito específicas. Essas, futuramente devem ser investigadas de forma separada, para que se possa ter uma intervenção ergonômica focalizada nas necessidades de cada especialidade. Sendo assim, trabalhos mais aprofundados em relação à postura de trabalho associada às especialidades, na organização de trabalho e sobre os equipamentos utilizados nas atividades dos odontólogos, baseados nos achados do presente estudo, podem levar a uma melhoria na qualidade da atividade laboral e de vida deste segmento profissional.

Fonte: www.doresnacoluna.chakalat.net

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Pilates no Stand Up Paddle board / Supilates



O Stand up Paddle Surf tem origem nas diversas tradições dos povos nativos de todo globo. Na Amazônia ou em qualquer outra região existe na história dos povos indígenas o transporte sobre pedaços de madeira de propulsão a remo. No Hawaii mais que em qualquer outro lugar, as canoas e as pranchas sempre conviveram lado a lado.

A referência expressiva da modalidade deu-se na década de 80, com a famila Achoy. Eles praticavam o surf a remo.

Laird Hamilton e Dave Kalama se divertiram tanto utilizando os remos com pranchas, que aperfeiçoaram e utilizaram também como forma de aumentar a performance nos treinamentos e adotaram as modalidades (distance, race e surf) do Stand up Paddle Surf desde então, explica o instrutor da Art in Surf da Barra da Tijuca-RJ Alexandre Hargreaves.


No Rio de Janeiro e Florianópolis o Stand Up Paddle Surf já invadiu as praias e sua popularização é crescente em todo Brasil. É considerado uma modalidade abrangente por acolher pessoas a partir dos 4 anos de idade, de altíssima queima calórica, permite o contato com a natureza. É realmente um esporte emocionante e fascinante!


Foi na praia da Barra da Tijuca-RJ palco do WTC de 2012 e sede das olimpíadas de 2016 que experimentei a união do Mat Pilates na prancha de Stand Up. A junção das duas técnicas tem um grande potencial. Sem contar com o cenário perfeito, visual deslumbrante!! Pedra da Gávea, ilhas Cagarras.


O Pilates, através de seus princípios visa, alinhar o corpo, trabalhar a respiração, força,resistência, através de movimentos conscientes e eficientes. Praticado sobre a prancha, o desafio criado pela instabilidade da mesma gera uma resposta do corpo muito interessante. 
Envolve muito trabalho proprioceptivo que é a identificação senso-receptiva das características de movimento do corpo e dos membros. Os trajetos neurais aferentes enviam ao sistema nervoso central informação proprioceptiva sobre as características do movimento do corpo e dos membros, como orientação, localização espacial, velocidade e ativação muscular (Magill, 2000).

O Supilates (Pilates na prancha de Stand Up) é um ótima pedida para os pilateiros que buscam o contato com a natureza e excelente para os surfistas que precisam de um bom condiconamento físico para melhorar sua performance e também evitar possíveis lesões.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Pilates e a perda de peso: verdade ou mito?

Muitas pessoas buscam o Pilates não só para manter a boa forma e ter uma vida mais saudável, mas na esperança de perder peso. Seguir os padrões de beleza é uma tarefa difícil e a discussão constante é: Pilates ajuda a emagrecer?

O professor de Educação Física e apresentador do programa BemStar, da GNT, Márcio Atalla, é categórico ao dizer que não, Pilates não emagrece. “Mas melhora a flexibilidade e a postura, proporciona ganho de massa muscular e trabalha a respiração”. Como qualquer atividade física, Pilates auxilia no emagrecimento se aliado a uma dieta alimentar adequada. Esse foi o caso da cantora Adele que, após uma cirurgia, mudou não só os hábitos alimentares como também parou de fumar.

Outra cantora passou pela mesma situação. Kelly Osbourne perdeu 22 kg após participar do Dancing With The Stars, quadro que inspirou o “Dança dos Famosos” do Domingão do Faustão. Ela conta que mantém o peso com a prática do Pilates, condicionamento físico, ioga e outras atividades, além de seguir uma alimentação balanceada. "As pessoas pensam que eu perdi peso e então fiquei feliz, mas não é assim que funciona. Você tem que ser feliz primeiro. Eu fiz uma mudança de vida e a perda de peso foi uma consequência incrível", explica a estrela.

Márcio Atalla diz que o indivíduo que quer emagrecer deve mudar o estilo de vida. “Significa alterar os hábitos alimentares e incluir exercícios físicos, mudanças que exigem dedicação e levam tempo. Planejá-las com a ajuda de um profissional pode garantir uma perda de peso definitiva”, esclarece o profissional que acompanhou Ronaldo “Fenômeno” no quadro “Medida Certa” do programa dominical Fantástico.

FONTE: www.tudosobrepilates.com.br

domingo, 23 de dezembro de 2012

Acredite se quiser: "Papai Noel faz Pilates"

Como é possível um velhinho subir no telhado, descer pela chaminé e ainda por cima carregando pacotes de presente.
Só tem uma explicação.
Ele faz Pilates!


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Técnica de pilates em pé é novidade para modelar o corpo


Quem quer chegar à boa forma neste verão pode investir na modalidade para queimar calorias e melhorar a postura



Com a proximidade do verão, é hora de planejar as férias e reservar uns dias para aproveitar a praia. Para boa parte das mulheres, também é tempo de intensificar a malhação na academia para ficar com o corpo em dia nos biquínis, vestidos e saias.
Para quem deseja eliminar as gordurinhas até os dias de calor intenso, a dica é uma modalidade que surgiu nas academias recentemente: o Standing Pilates ou pilates em pé. Trata-se de uma nova técnica do já conhecido método pilates, que alia movimento, concentração e preparação física.
Porém, nela é utilizado uma espécie de colete com resistências elásticas que possibilitam que a carga do próprio corpo seja acionada para resistir ou assistir ao movimento, otimizando os esforços da modalidade.
Assim, segundo a divulgação da clínica curitibana Núcleo do Corpo, que aposta na novidade, é possível melhorar os níveis de equilíbrio na posição em pé, além de priorizar o fluxo e o desempenho da movimentação, sem deixar de lado o prazer de praticar o exercício.
Vale destacar que o acessório, chamado de Tye4, é mais uma evolução do pilates proposta pelo Physicalmind Institute, de Nova York, que é um dos mais importantes centros da modalidade no mundo. A intenção é adequar o método à realidade de quem treina, que em geral é sedentário e passa muito tempo sentado.
Assim, vale procurar essa novidade do pilates na sua cidade para queimar as calorias e fazer bonito no biquíni.

domingo, 4 de novembro de 2012

Abdômen firme e definido com a aula de meia hora de pilates



Você só vai precisar de meia hora e sete movimentos poderosos para conseguir abdômen chapado, cintura desenhada e postura certinha



Entra ano, sai ano e o pilates está sempre na nossa lista de queridinhos quando o foco é malhar a barriga. Não é para menos: além de funcionar e ser adaptável para todo nível de condicionamento, a atividade fortalece o corpo por inteiro, relaxa e aumenta a consciência corporal.

FONTE: Revista Boa Forma

Historia do Pilates - Animação

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Promoção - Novembro

Dê de presente à você mesmo saúde, beleza e bem estar.
Aproveite nossa promoção de inauguração e conheça o método revolucionário criado por Joseph Pilates.
Aulas ministradas por fisioterapeuta com cursos de especialização no método pilates.



1  vez por semana  (4 aulas por mês)  - De R$ 240 por R$ 168,00*

2 vezes por semana (8 aulas por mês) - De R$400 por R$ 280,00*




*Promoção válida até o mês de Novembro


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Exercício físico é melhor do que atividade intelectual para proteger a memória de idosos


De acordo com nova pesquisa, as atividades físicas, e não as que estimulam a mente, protegem o cérebro contra prejuízos que ocorrem com a idade

Segundo pesquisadores da Universidade de Edimburgo, na Grã-Bretanha, a atividade física pode ser melhor do que exercícios que estimulam a mente, como palavras-cruzadas, para proteger o cérebro contra o envelhecimento. Em um estudo feito com quase 700 idosos, esses especialistas concluíram que quem é fisicamente ativo tende a ter maiores volumes das massas cinzenta e branca do cérebro, o que indica que os prejuízos à memória e à cognição, que ocorrem naturalmente com a idade, são menores entre esses indivíduos.

A massa cinzenta é uma região do cérebro que possui o corpo das células nervosas e que abrange partes do órgão envolvidas no controle muscular, memória, fala e percepção sensorial, tais como ver e ouvir. A substância branca, por outro lado, conecta regiões do cérebro envolvidas no processamento das emoções, atenção, tomada de decisão e controle cognitivo. É normal que o cérebro diminua quando uma pessoa atinge uma idade mais avançada e, portanto, que essas funções sejam prejudicadas com o envelhecimento.

A pesquisa britânica, que foi publicada nesta terça-feira na revista Neurology, acompanhou, durante três anos, 691 idosos que tinham 70 anos no início do estudo. A equipe aplicou um questionário sobre atividade física, hobbies e outros hábitos, e também realizou exames de imagem no cérebro desses indivíduos.
Os resultados revelaram que os idosos que praticavam mais atividade física eram os mesmos que apresentavam o maior volume das massas cinzenta e branca no cérebro. Eles também mostraram estar mais protegidos contra lesões no cérebro que prejudicam a cognição e a memória em comparação com os idosos que se exercitavam menos. Os autores não encontraram, porém, diferenças significativas entre o cérebro daqueles que faziam mais ou menos atividades de lazer que não eram físicas, como palavras-cruzadas e leitura.
De acordo com os pesquisadores, no entanto, como o estudo foi observacional, trabalhos maiores devem ser feitos para confirmar esses achados.
FONTE: Revista VEJA

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Idosos invadem as academias do Brasil


Um levantamento da Associação Brasileira de Academias (Acad Brasil) mostra que 30% dos frequentadores têm mais de 60 anos de idade - o equivalente a um exército de 1,8 milhão de pessoas. 
Há dez anos, essa proporção não chegava a 5%. No início da década, de acordo com a Acad Brasil, a hidroginástica era a atividade mais procurada por esse público. 
Aos poucos, pilates e alongamento passaram a ter seguidores. 
Nos últimos cinco anos, porém, a procura pela musculação cresceu de forma desproporcional, por conta da orientação médica. 
Esse boom surgiu depois que um estudo do American College of Sports Medicine concluiu que a atividade com sobrecarga pode conter o avanço da osteoporose.  

FONTE: R7

domingo, 26 de agosto de 2012

Idosa encontra no Pilates forma de se recuperar de três AVCs em Manaus


Método Pilates fortalece musculatura e auxilia na manutenção da postura.
Idosa conseguiu recuperar movimentos do lado direito do corpo.


Quem vê a dona de casa Donor Azaro D’Lippi, de 76 anos, praticando Pilates, método de controle e fortalecimento muscular, não imagina a importância da técnica na vida dela. Depois de sofrer três acidentes vasculares em três anos consecutivos (1989, 1990 e 1991), ela começou a realizar Pilates diariamente, contribuindo para recuperar os movimentos do lado direito do corpo.

"No início, eram três horas de manhã e três à tarde de fisioterapia e depois me voltei ao Pilates”, disse Donor ao mencionar que frequenta as sessões de duas a três vezes por semana. “Pilates é fundamental na minha vida”.

Segundo a fisioterapeuta, Lucélia Sant’Anna, realizar Pilates ajuda as pessoas a adquirirem uma postura melhor e terem mais disposição para a rotina de trabalho, além de fortalecer os músculos. Uma sessão de Pilates dura uma hora e é indicado para todas as faixas etárias, com exceção de crianças menores de quatro anos. “Quem inicia Pilates desde criança tem a possibilidade de crescer com a musculatura fortalecida. O abdômem é a base de tudo e vai sendo exercitado com o passar dos anos”, diz Lucélia.

Na história da técnica, Joseph Pilates criou o primeiro studio do método em 1923. Desde então, as casas especializadas se espalharam pelo mundo. Segundo a fisioterapeuta, quem não gosta do ambiente agitado de academias encontra no Pilates a calmaria que precisa. "Muita gente não gosta da agitação e procura o Pilates porque trabalha o corpo aliado a respiração. É quando podemos intensificar os exercícios”, explicou.

O método prioriza trabalhar com os limites de cada indivíduo. É levado em consideração o ritmo e o que já pode ter ocorrido com os músculos dos pacientes. Uma sessão envolve no máximo quatro pacientes e o atendimento personalizado é exigido para que o resutado seja satisfatório. “Durante a sessão é comum ficar corrigindo a postura de quem está na sessão. A gente sempre diz que há um passado do cliente que precisa ser percebido. Não é só uma coluna vertebral, se trabalha com a mente também”, afirma a fisioterapeuta.

FONTE: G1.com

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Pilates – O que é? Saiba tudo sobre o Pilates





A cada dia que passa o pilates vêm ganhando mais adeptos, muitos artistas e pessoas famosas que necessitam estar com o corpo bonito acabam aderindo a técnica do pilates, até mesmo para garantir uma ótima postura diante do seu público. Os benefícios do pilates são inúmeros, não só para o nosso corpo, mas também para a mente, saúde e bem-estar.

O foco do pilates é melhorar a qualidade de vida de seus praticantes, unindo corpo e mente num unico exercício.
Algumas pessoas que procuram o pilates como forma de atividade física se queixam de dores crônicas e pequenos desconfortos na coluna lombar, torácica e cervical. O pilates inicialmente estabelece uma série de exercícios com uma postura horizontal onde as correções podem ser feitas com mais facilidade e progressivamente passa-se para uma postura vertical.
Os profissionais que oferecem aula de pilates para seus alunos devem saber quando é a hora certa de avançar no programa de treinamento, sempre respeitando as necessidades e habilidades individuais de cada aluno. O profissional obrigatoriamente deve dispor de um bom conhecimento em anatomia, biomecânica e cinesiologia.

Quais os benefícios do Pilates?

  • 1. O pilates é uma atividade excelente para quem deseja relaxar, pois é uma atividade física que trás uma série de exercícios suaves, o que lhe ajuda a entender o seu corpo, além de entender como ele funciona também. O que consequentemente facilita na hora de liberar toda a tensão que fica no corpo, relaxar e combater o stress.
  • 2. O pilates ajuda a melhorar o seu equilíbrio e a coordenação, realinhando a coluna. Ter um equilíbrio melhor e uma ótima coordenação, o que significa uma qualidade de vida melhor, além de menos lesões. Já percebeu o equilíbrio e a postura dos atletas, bailarinos e esportistas? Podemos dizer que essa postura é graças ao pilates.
  • 3. Algumas pessoas tem pavor de ir na academia e ficar pegando pesos muito pesados. O pilates é a solução, pois é uma técnica de exercícios não aeróbico, além de ser bem suaves, mas que ao mesmo tempo tonifica e fortalece os músculos do corpo.
  • 4. A maioria das pessoas com mais de 65 anos de idade possui alguns sintomas relacionados à artrite. Os estudos sugerem que os exercícios moderados praticados com alongamento, que é o caso do pilates, ajudam a reduzir a dor da artrite e a necessidade de ficar tomando vários medicamentos. O pilates é uma atividade muito recomendada para as pessoas com mais de 65 anos de idade, pois ajuda a aliviar a artrite e a ciática.
  • 5. Os exercícios, independente da sua idade, ajudam a aumentar a densidade dos ossos e reduzir os riscos de fraturas, como é o caso da osteoporose. Cada dia surgem novas provas de que os exercícios não precisam ser feitos com uma carga de peso muito grande para aumentar a densidade dos ossos. As pessoas mais idosas se tornam muito mais ativas quando praticam alguma atividade física, bem como melhora seu equilíbrio, sua força, sua coordenação e a sua flexibilidade – o que ajuda a prevenir quedas, que podem resultar em fraturas debilitantes ainda mais em idosos. Os exercícios do pilates podem ajudar a prevenir ossos quebrados em pessoas idosas.
  • 6. Os exercícios do pilates também são uma ótima opção para aumentar a circulação das células com anticorpos que combatem infecções e tumores. As pessoas em boa forma física tendem a contrair menos resfriados e outras infecções respiratórias do que as pessoas que não estão em forma e/ou não praticam nenhuma atividade física.


Devido a prática do pilates, começa a ocorrer um aumento dos batimentos cardíaco da pessoa, fazendo com que a corrente sanguínea dirija sangue “puro” e “fresco”. Conseguir uma boa forma física necessariamente não significa que você terá de realizar uma série de exercícios mecanizados e repetidamente exaustivo, mas sim ir, buscar aos poucos o prazer e satisfação em movimentos dinâmicos, diferentes, suaves e divertidos. O pilates ajuda a pessoa a resgatar seus movimentos naturais como flexibilidade, habilidades de infância, desenvolvendo a força muscular do aluno com muita paciência e resgatando também as capacidades correspondentes às tarefas de rotina, fazendo com que o corpo fuja do cansaço corporal.
O corpo humano está adaptado para suportar bastante negligência, mas nunca devemos sobrecarregá-lo por isso, sempre respeitando o seu limite natural. Os profissionais que realizam o pilates se deparam muitas vezes com alunos que possuem dores na coluna lombar, antes de ser praticante do pilates é preciso que o aluno tenha um diagnóstico médico para saber qual a origem da dor e é claro, saber prescrever uma série de exercícios dedicados somente para esse indivíduo, pois cada caso necessita de uma atividade diferente.
Em alguns casos trabalha-se a mobilidade articular, em outros casos essa modalidade pode ser extremamente perigosa. Por isso é tão importante consultar um médico para se informar sobre a origem da dor, dessa forma você está evitando exercícios contra-indicados para você.

Pilates Emagrece?

O pilates também é excelente para ajudar a definir a barriga e aliviar dores nas costas e nos ombros do indivíduo. Contudo, algumas pessoas sempre perguntam “pilates emagrece?” a resposta vai depender da sua dedicação aos exercícios. A queima de caloria varia de acordo com cada tipo de corpo e esforço físico realizado por cada pessoa. Por isso, o mais indicado é se dedicar às aulas e obedecer todas às instruções.

Os Seis Princípios do Pilates

As diretrizes que vamos conhecer a seguir devem orientar cada movimento em uma aula de pilates, conheça os seis princípios da aula de pilates:

Concentração

A fim de trabalhar o físico das pessoas, é necessário estar presente com a mente também. Afinal, é a mente que comanda a ação do pilates, por isso é muito importante prestar atenção nos movimentos executados e observar como os músculos respondem aos exercícios do pilates.

Controle

O domínio muscular recomendado pelo método do pilates consiste na ausência de movimentos descuidados, automáticos e casuais. Nenhum exercício do pilates é feito apenas por fazer, para cada movimento exercido no pilates há uma determinada função para o corpo.

Centro de Força

Podemos encontrar um grande grupo de músculos no centro, são eles: abdômen, lombar, quadris e glúteos. O pilates chamou esse conjunto de músculos como casa da força. Toda a energia necessária para a realização dos exercícios do pilates se inicia nela e flui para as extremidades.

Fluidez

No método do pilates não existe movimentos chamados de estáticos ou isolados, pois o corpo não funciona naturalmente dessa forma, muito pelo contrário, os movimentos do pilates são fluidos, como um longo passo ou como uma dança de valsa.

Precisão

A concentração para fazer um movimento preciso e perfeito do pilates é muito importante, ao invés de fazer vários movimentos sem vontade. A condição essencial para a prática do pilates é a precisão.

Respiração

A respiração é outra condição fundamental para a prática do pilates, ela completa e renova a circulação do ar, oxigena o sangue e ainda ajuda no controle dos movimentos durante os exercícios, assim como no dia-a-dia.

Quem pode fazer Pilates?

A resposta é simples, qualquer pessoa que gostaria de melhorar a sua aptidão física como postura e aparência. O mais importante do pilates não é o que você faz e sim como você faz.
Se você praticar o pilates regularmente, consegue restabelecer a flexibilidade das articulações, aumenta a eficiência da circulação, além de tonificar os músculos do corpo, em especial os flácidos. Com a prática do pilates você sentirá os resultados em poucos dias, sentirá principalmente o organismo se fortalecendo e os níveis de stress diminuindo. Começará a sentir diferença também em sua postura, coordenação, equilíbrio e alinhamento.
O pilates pode ser praticado também com ajuda de uma bola, nesse caso em especial, ajuda a melhorar os picos de ansiedade e depressão causado pelo estresse do dia-a-dia. O pilates é muito mais que um exercício físico, é um exercício mental, que tem como função trabalhar a mente unindo também o corpo.

Pilates na Terceira Idade

O pilates na terceira idade é maravilhoso, porque vai desde o alívio das dores provenientes até a melhora na autoconfiança e auto-estima do indivíduo. Na terceira idade os benefícios são muitos como: alívio da dor, percepção dos movimentos, fortalecimento do corpo, equilíbrio, flexibilidade, alívio do stress e muitos outros benefícios.
O pilates é uma atividade física muito agradável, fácil e trás resultados bem rápidos. Qualquer pessoa pode praticar o pilates, desde que tenha mais de 12 anos e pessoas que possuem todos os níveis de condicionamento físico também podem praticá-lo. Experimente você também!
FONTE: nadafragil.com.br