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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Atividade física é uma das melhores amigas do seu coração



Nem sempre dormir ou descansar é a atividade ideal para recarregar as energias de um cotidiano corrido e repleto de tensões. Se exercitar, sim. E os resultados são melhores ainda se a prática for aeróbica. "Por melhorar o preparo físico, os exercícios fazem com que você tenha mais disposição para realizar as tarefas do dia", explica o especialista em medicina do exercício Daniel Arkader Kopiler, membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME).

E os benefícios não param por aí. A prática de atividades físicas também libera substâncias como a endorfina, que dá sensação de bem-estar e aumenta autoestima. Ou seja, deixando a preguiça de lado você cuida melhor do corpo e da mente. Além de aumentar a disposição, esse tipo de atividade dá aquele empurrão para o ponteiro da balança descer.

Um estudo realizado na Grã-Bretanha indica que exercícios aeróbicos, como a caminhada e a corrida, são mais eficazes na inibição do apetite do que as chamadas atividades anaeróbicas, como a musculação. Segundo a pesquisa, passar 60 minutos na esteira afeta a liberação de dois dos principais hormônios reguladores do apetite, o peptídeo YY e a grelina. O primeiro inibe a fome, e o segundo é conhecido por atuar em seu estímulo.

Praticar exercícios não é bom apenas para queimar calorias. A atividade física também é uma das melhores amigas do seu coração e ajuda você a continuar jovem. Um estudo canadense publicado na revista científica PLoS One mostrou que os benefícios de duas idas semanais à academia de ginástica deixam os músculos mais fortes e também mais jovens. Por isso, corra, pule, ande ou dance.
Escolha a atividade que te agrada mais e vá em frente. Vale lembrar que pessoas sedentárias devem fazer exames médicos e check-ups antes de começar a praticar exercícios, principalmente se há histórico de obesidade e problemas de coração.

FONTE: www.minhavida.com.br

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

12 hábitos que ajudam a ter uma saúde mais plena



Comer melhor, dormir bem, movimentar o corpo, se reunir com os amigos. Estes e outros hábitos nos ajudam a garantir uma vida melhor e mais longa. Confira abaixo 12 medidas essenciais para aumentar a sua expectativa de vida e viver com mais qualidade. A ciência comprova. 

Comer melhor

O cuidado com o que vai no seu prato é um dos pontos centrais para alcançar uma maior qualidade de vida. O abuso de alimentos ricos em gorduras saturadas, sódio e açúcares é um gatilho para doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer. Em contrapartida, é fácil incluir no cardápio alimentos heróis da resistência e da longevidade. Cientistas da Universidade Park, nos Estados Unidos, concluíram que consumir mais oleaginosas (nozes, castanhas, avelãs, amêndoas e pistache) reduz o risco de males cardíacos entre 25% e 39%, quando consumidos cinco vezes por semana. Elas são ricas em gorduras boas, em especial o ômega 3, que diminuem as taxas de colesterol ruim e evitam a formação de placas de gordura que obstruem as artérias. O Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, comprovou que vítimas de ataques cardíacos aumentaram as chances de evitar novos problemas em 29%, quando passaram a comer peixe pelo menos duas vezes por semana, graças a presença do ômega 3.

Durma bem

 Repor as energias do dia com uma boa noite de sono é mais do que importante, é essencial! Um estudo da American Academy of Sleep comprovou que dormir bem é um dos segredos para a longevidade. Dos 2.800 participantes da pesquisa, os 46% que relataram insatisfação com a saúde tinham também má qualidade de sono. Uma outra pesquisa da Associated Professional Sleep Societies afirma que quem sofre de insônia crônica corre três vezes mais risco de morrer em comparação à pessoas que não sofrem com o problema. Para os pesquisadores, o ideal são pelo menos 7 horas e meia de sono por dia.

Mexa-se! Let´s GO Pilates!

Os benefícios da atividade física para a saúde do organismo somam uma lista extensa. Dizer não ao sedentarismo significa afastar de perto doenças como a obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, além de dar mais disposição e energia. Para colher todos esses benefícios, basta andar. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, comprovou que a caminhada reduz a pressão arterial na primeira hora e, o que é melhor ainda, essa queda se mantém nas 24 horas subsequentes. O cérebro também fica mais afiado. Um estudo norte-americano recente, publicado na revista Neuroscience, mostrou que durante os exercícios o corpo produz uma substância que estimula o nascimento de novos neurônios, o que melhora nossas atividades cognitivas, em especial a memória. Faça Pilates! Conheça os benefícios do Pilates.

Levante-se da cadeira

Levante-se da cadeira. A Sociedade Americana de Câncer descobriu que não é apenas a falta de atividade física que pode encurtar a vida, mas também a grande quantidade de tempo gasto sentado. Tudo porque quando ficamos frequentemente sentados e por muito tempo o nosso metabolismo se altera e influencia em fatores como colesterol alto e repouso da pressão arterial, que são indicadores da obesidade, problemas cardiovasculares e outras doenças crônicas. Por isso, nada de ver a vida passar da cadeira. "Para quem precisa trabalhar sentado, exercícios simples de alongamento vão trazer maior oxigenação e ajudar no reposicionamento do corpo para alcançar o equilíbrio postural", ensina o fisiologista do esporte Raul Santo de Oliveira.

Dê olho na balança

Uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes, e a prática de exercícios físicos regulares vão te ajudar a manter o peso ideal. O sobrepeso e a obesidade, além de elevar os riscos de diabetes, derrame, hipertensão e apneia, estão por trás de 30% dos casos de câncer, de acordo com dados levantados pela União Internacional de Combate ao Câncer (UICC). Por isso, a regulação da dieta é fundamental. Além de melhorar a saúde e a autoestima, a perder peso também favorece a memória, segundo pesquisas feitas pelo Hospital das Clínicas, de São Paulo.

Controle os nervos

Apesar de não ser considerado doença, o estresse pode favorecer o aparecimento de doenças psico-fisiológicas e, por isso, precisa ser observado e controlado. "Quanto maior for o nível de estresse, maior será a deteriorização física e psicológica da pessoa", mostra a psicóloga Sandra Leal Calais, da Unesp. O estresse também é fator de risco para os problemas do coração. Foi o que concluiu uma grande pesquisa feita em Campinas e São Paulo pela Secretaria do Estado da Saúde. Entre as mais de 100 mil pessoas analisadas, 46,8% sofriam algum tipo de estresse e tiveram seus níveis de problemas cardiovasculares aumentados.

Sorria para a vida

Nada melhor do que o humor para combater os percalços que aparecem. O bom humor pode manter as pessoas saudáveis e aumentar as chances de uma vida longa, segundo estudo recente da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia, que avaliou mais de 53 mil pessoas durante sete anos. Os pesquisadores descobriram, por meio de alguns testes, que os participantes que eram mais bem humorados tinham o risco de morte reduzido em até duas vezes. Para melhorar a sua atitude positiva diante da vida, aposte em uma breve caminhada em áreas verdes, como parques e jardins. A dica vem direto da Universidade de Essex, no Reino Unido, que descobriu que praticar atividades ao ar livre, por mais curtas que sejam (10 minutos bastam!), melhoram significativamente a saúde mental, trazendo benefícios para o humor e para a autoestima.

Respire bem

Separar uns minutinhos para prestar atenção na respiração pode ser a receita ideal para combater os desgastes mentais e físicos e, até a insônia, aumentando assim a sensação de bem-estar. Um estudo da universidade de Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que apresentam sérias dificuldades para respirar durante o sono têm 50% a mais de chances de morrer antes que alguém da mesma idade que não sofre das mesmas condições. O Pilates é uma atividade física completa, tendo como um dos benefícios o trabalho e desenvolvimento da respiração. Os exercícios são praticados em sincronismo com a respiração, fortalecendo os músculos responsáveis pela respiração. Pilates te faz respirar melhor.  

Apague o cigarro

Por falar em respiração, não é só da sua que você precisa cuidar não. Já parou para pensar que seu cigarro causa males terríveis ao seu organismo, mas também das pessoas ao seu redor. Um estudo da University College London, do Reino Unido, descobriu que a exposição à fumaça do cigarro dos outros pode aumentar em 50% os riscos de sofrimento psicológico. E outro estudo vindo do Canadá trouxe também que o fumo passivo está por trás do aumento de 40% dos casos de sinusite crônica. Portanto, o fumo passivo pode ser pior que a poluição. Mas, os fumantes precisam prestar atenção aos males do cigarro para o próprio organismo. Estima-se que cerca de 200 mil mortes por ano, no Brasil, são decorrentes do tabagismo, responsável pelos riscos aumentados de câncer de pulmão, de boca e doenças cardiovasculares.

Cultive bons amigos

Conseguimos sentir de longe os benefícios que a convivência com pessoas queridas nos traz. Mas, ter uma boa rede de amigos pode ser mais importante do que você imagina. Uma pesquisa recente da Universidade Brigham Young, nos EUA, descobriu que quem vive rodeado de amigos e vizinhos pode viver até 50% mais do que alguém que vive só. Para os pesquisadores, perder o apoio social pode diminuir ainda mais as chances de sobrevivência do que obesidade, fumo ou sedentarismo.

Sexo do bem

Ter uma vida sexual saudável também traz muitos benefícios à saúde. Um estudo realizado pela Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, sugere que fazer sexo com certa frequência diminui os riscos de infarto fatal. Mas, não é só isso não. Ter uma vida sexual ativa contribui para melhorar o humor, relaxar o corpo, melhora o aspecto da pele, aliviar o estresse e a TPM. Além disso, o relaxamento que o orgasmo traz contribui para que você durma melhor, e não apenas nos dias em que houver sexo. A reação tem efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a agir no seu organismo com mais regularidade e numa quantidade maior.

Aprenda a gostar de você

Trabalhe o seu autoconhecimento e sua autoestima para viver melhor. "O conceito que temos sobre nós mesmos é definidor de como nos colocamos e nos portamos na vida, define o valor que vamos dar a nossa pessoa, ao nosso trabalho, as nossas opiniões, as nossas vontades, e aos cuidados para o nosso corpo e nossa saúde. E isso faz toda a diferença. Por isso é essencial ter um bom referencial de si mesmo, saber reconhecer seus valores, suas qualidades, e não ficar só se criticando, se cobrando, focado apenas nas suas limitações e dificuldades", explica o terapeuta Vicente Godinho.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Má circulação nas pernas: conheça os hábitos para evita-la



O problema normalmente se manifesta por dores nas pernas ao andar, que pioram ao correr ou subir escadas


A dificuldade de circulação nas pernas na medicina é denominada doença arterial periférica, que acontece quando as artérias dos membros inferiores responsáveis por levar o sangue que sai do coração cheio de nutrientes e oxigênio para as extremidades apresentam algum problema que dificulta a chegada deste sangue. Quando andamos, por exemplo, precisamos de energia, glicose e oxigênio para que os músculos envolvidos no movimento possam trabalhar. Precisamos também de uma boa irrigação sanguínea para nutrição da pele, tecidos, unhas, pelos, ossos, enfim para todo o tecido vivo. 
Quando somos jovens, as artérias são lisas e capazes de conduzir todo o sangue necessário para as nossas necessidades. Com o passar dos anos, elas vão se desgastando, assim como todo o organismo. Nesse processo de degeneração, elas podem apresentar acúmulo de gordura em suas paredes, o colesterol, por exemplo, que vai causando um estreitamento da parte interna do vaso, dificultando a passagem de sangue. Essa gordura acumulada pode obstruir parte do vaso e, se não for tratada, pode chegar a obstruir toda a passagem de sangue em um determinado segmento do vaso sanguíneo. Por isso é importante fazermos um controle do colesterol, pois, se ele estiver aumentado, a possibilidade de ele se acumular é maior. 
Essa situação pode se agravar com o vício do cigarro, a ingestão de comidas gordurosas e frituras, o estresse intenso e a vida sedentária. Cada um desses fatores pode agravar a doença arterial, sendo que o pior é o tabagismo. 
Por isso, veja os hábitos que previnem o problema: 
  • Faça um levantamento das tendências familiares e, se houver casos de má circulação na família, procure o médico antes de sentir alguma coisa para fazer um check up vascular
  • Pare de fumar
  • Procure ter uma alimentação saudável, evitando gorduras animais, frituras e abusando de saladas, verduras, legumes, peixe e azeite de oliva
  • Tente lidar melhor com o estresse
  • Procure fazer uma atividade física regular que trabalhe principalmente a musculatura da panturrilha
  • Faça um controle rigoroso do colesterol, triglicérides, glicose sanguíneos
  • Pense saúde e não deixe a doença acontecer na sua vida.

Sintomas da má circulação nas pernas

O sintoma inicial mais comum na doença arterial periférica é a dor nas pernas, que aparece na panturrilha quando andamos. Com o movimento, precisamos de mais sangue para levar nutrientes ao músculo. Se este sangue com nutrientes não chega de forma suficiente, a maneira do corpo nos informar que algo não está funcionando bem é a dor. Ou seja, a dor que aparece ao andar e piora quando corremos ou subimos e que melhora quando paramos de movimentar é característica da má circulação. Essa dor pode ser piorada pelo frio intenso, que produz vasoconstricção, fazendo os vasos diminuírem e piorando ainda mais a chegada de sangue ao local necessário. Também pode piorar quando elevamos a perna, pois o sangue vai ter mais dificuldade de subir até a extremidade elevada. 
É muito importante estarmos atentos à linguagem corporal, neste caso a dor, que pode vir acompanhada de mudança de coloração da pele, que fica arroxeada ou pálida, e da sensação de perna fria. A queda dos pelos na perna também é um sinal de atenção. 
Se a doença não for reconhecida e tratada, pode evoluir para consequências mais graves como lesões ulceradas que provocam muita dor e até perda do membro por morte de tecidos levando à amputação do membro. 

8 dicas para dormir melhor esta noite



Cansaço, olheiras, mau humor, dificuldade de concentração, estresse e até dor de cabeça são alguns dos sinais que a falta de sono pode trazer. Para melhorar a disposição e ter humor para enfrentar a vida é necessário ter uma boa noite de sono, mas isso nem sempre é tão fácil. Existem vários distúrbios do sono - como insônia, apneia do sono, sonambulismo, pesadelos e terror noturno, além de condições relacionadas, como a depressão, ansiedade e estresse - que podem causar o sintoma, e demandam tratamento especializado. Mas, caso a sua dificuldade para dormir não seja ocasionada por outra condição de saúde, você pode se beneficiar das seguintes dicas para dormir melhor já esta noite:

Perfume o ambiente com camomila ou lavanda

Para conseguir dormir bem é necessário relaxar, então o que ajuda a relaxar pode facilitar o sono. Este é o caso das essências de lavanda e camomila, mas a pessoa precisa apreciar o aroma para que a técnica funcione. "Temos que deixar o nosso ambiente de sono o mais convidativo o possível, com um colchão apropriado, lençol limpo, e cheiro agradável - que é prazeroso e ajuda a relaxar - para facilitar a chegada do sono e um descanso de qualidade", diz Rosa Hasan, neurologista da Associação Brasileira do Sono.

Esfrie o local

Sabe aquele pezinho para fora das cobertas que faz toda a diferença no sono? Então, não é mania, ele realmente é eficiente, uma vez que o tempo mais frio ajuda o sono a chegar mais fácil. "Isso acontece porque quando começamos a dormir há uma queda na temperatura corporal, o que está relacionado com o horário biológico de sono. Contudo, quando está muito calor ou a pessoa acabou de fazer exercícios - o corpo ainda está quente - ela pode não sentir esta mudança", diz Rosa. Vale reiterar que o calor dificulta permanecer dormindo, mas o frio em excesso inibe o início do sono, então é bom manter uma temperatura amena, com climatizadores, ar condicionado ou ventilador, mas com equilíbrio.

Cuide da dieta o dia inteiro

O que você come durante o dia faz toda a diferença na qualidade do sono, a escolha dos alimentos, o tempo que levam para serem digeridos, tempo em jejum e vários outros fatores interferem. "Comer mal durante o dia e fazer uma dieta exagerada e calórica no período noturno pode comprometer a qualidade do sono", afirma Rosa.

Alimentos bons para dormir

Dentre os nutrientes que ajudam quem quer pegar no sono estão as vitaminas do complexo b, que têm efeito calmante e estimulam a produção de serotonina (neurotransmissor que ajuda no bem estar e no sono); ômega 3, regulador dos neurotransmissores; lactocina, que tem efeito calmante; triptofano, aminoácido usado para produzir serotonina etc. Falando mais claramente, "alguns dos alimentos que são bons para ajudar a dormir são maracujá, linhaça, banana, leite magro, aveia, couve, frutas vermelhas como a cereja, integrais no geral, alface, carnes magras, peixes como o salmão, gergelim, nozes, amêndoas, e até o leite morno com um pouco de mel", diz Marcela Voris, médica nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

Cuidado com a cafeína

Alimentos estimulantes no geral, como os que contém cafeína, podem prejudicar o sono não apenas quando ingeridos durante a noite, então moderação e equilíbrio são as palavras de ordem. "Evite alimentos ricos em xantina e cafeína, como o chocolate, café, guaraná, refrigerantes e bebidas feitas de coca em geral, pois eles estimulam diretamente o sistema nervoso, fazendo com que a pessoa fique mais agitada durante o sono", explica Marcela.

Escute músicas relaxantes

Atividades que você gosta e que ajudam a relaxar são boas para ajudar a "encontrar" o sono. Pode ser desde ler um livro tranquilo até ouvir músicas que você gosta, desde que sejam calmas. "Uma música que você gosta tem um efeito relaxante, uma vez que ela pode remeter a uma sensação prazerosa e desligar da rotina e das preocupações do dia a dia.", afirma Rosa.

Massagem relaxante

Chegar em casa, colocar o pé para cima, receber uma massagem nas pernas, pés, ombros... é ótimo para relaxar, e o melhor, não precisa estar acompanhado para que este efeito aconteça, você pode fazer uma automassagem que ajude a relaxar e ative a circulação, reduzindo até algumas dores. "Receber uma massagem ou mesmo massagear a si mesma pode ser relaxante, apesar de não haver provas científicas de que isto induza especificamente o sono", diz o psiquiatra Ivan Mario Braun.

Saiba quando procurar um médico

Apesar de não conseguir dormir bem de vez em quando ser completamente normal e não necessariamente comprometer a saúde de quem não está dormindo direito, há um momento em que a falta de sono precisa ser investigada. "Se a dificuldade de dormir começar a se repetir de modo que seja um incômodo na vida da pessoa - cerca de três vezes por semana, por três semanas -, seria interessante ela procurar um médico com experiência em problemas de sono para investigar a causa do problema", diz o psiquiatra Ivan.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Gasto calórico de uma aula de pilates



Foram mensurados os gastos calóricos e metabólicos e taxas de esforço percebido em indivíduos praticantes de aulas de matpilates, nos três níveis: básico, intermediário e avançado.
O artigo mostra um resultado melhor quando esse aluno passa do nível básico para o intermediário. O gasto calórico médio nos 30 primeiros minutos da atividade foi de 180 calorias e de 90 calorias a cada 15 minutos subseqüentes sendo que os homens obtiveram maiores gastos energéticos do que a mulheres (devido à maior massa muscular). Os exercícios Side Bend (dobrar de lado), Jack-Knife (canivete) e Boomerang, apresentaram os maiores gastos energéticos, enquanto que os movimentos: sealed twist, Leg circle e o The hundred tiveram gastos menores.
As aulas básicas foram equiparadas ao gasto energético de uma sessão de alongamentos ativos. As aulas intermediárias obtiveram um gasto energético igual ao de uma caminhada na esteira com a velocidade de 6.4 km/h.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Promoção - Novembro

Dê de presente à você mesmo saúde, beleza e bem estar.
Aproveite nossa promoção de inauguração e conheça o método revolucionário criado por Joseph Pilates.
Aulas ministradas por fisioterapeuta com cursos de especialização no método pilates.



1  vez por semana  (4 aulas por mês)  - De R$ 240 por R$ 168,00*

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*Promoção válida até o mês de Novembro


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Pilates pode melhorar desempenho sexual feminino

Com o Dia Mundial do Orgasmo sendo comemorado na terça-feira (31), instrutor de pilates destaca os benefícios que a prática traz para o desempenho sexual das mulheres.



O dia 31 de julho é marcado por uma data curiosa, poucos sabem que é nele em que se comemora o Dia Mundial do Orgasmo. Mas muitas mulheres não têm o que comemorar, por infelizmente não conseguirem atingir o prazer máximo nas relações sexuais com seus parceiros. Os motivos podem ser de natureza psicológica ou física.
Uma boa notícia para estas mulheres é que os instrutores de pilates garantem que a atividade física tem o poder de auxiliar na melhora do desempenho sexual delas, além, é claro, de trazer inúmeros benefícios à saúde de quem pratica.
“Os exercícios contribuem para uma maior disposição para o sexo devido a uma série de fatores: desenvolvimento da capacidade respiratória, uma vez que os exercícios são realizados com respiração correta e suave; maior capacidade de concentração; aumento da resistência, da força e da flexibilidade corporal; e trabalho dos músculos da região pélvica (do quadril)”, explica Antonio Claudio Fretz, instrutor de pilates. 
A força que o exercício possibilita aos músculos da região abdominal e da pelve melhora na sustentação e na durabilidade do ato sexual; e mais, com a liberação da serotonina (substância aliada ao humor e ao prazer) o estresse diminui, especialistas afirmam que este é um dos principais baldes de água fria. 
“Os movimentos de abrir e fechar a perna e o de empurrar e encaixar o quadril, realizados no pilates, trabalham com o períneo e os adutores, os mesmo usados nas posições sexuais. Fortalecer essa musculatura só ajuda a melhorar a performance”, diz Fretz.
Exercício em casa
O instrutor ainda dá uma dica de um exercício fácil que pode ser realizado em casa.
"Deitada em um colchonete, coloque uma bola entre os joelhos. Inspire e quando for expirar aperte a bola com força. Aproveite também para contrair bem o abdômen e o assoalho pélvico durante essa expiração.Repita de 10 a 15 vezes", finaliza Fretz.
FONTE: UOL

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Pilates para quem trabalha sentado


Hoje em dia, com a proliferação dos computadores, cerca de 3/4 dos trabalhadores dos países industrializados tem atividades profissionais sedentárias, nas quais a posição sentada por longo períodos é provavelmente a postura mais utilizada no emprego. O que acarreta um grande número de pessoas com lesão postural.
Há um grande número de profissionais que desenvolvem a sua atividade predominantemente nessa posição: Administradores, engenheiros (as), cientistas, motoristas, telefonistas, secretários (as), balconistas, advogados (as), costureiros (as), servidores (as) públicos, bancários (as), psicólogos (as), dentistas, professores (as), arquitetos (as), farmacêuticos (as), médicos, etc., e de acordo com dados atuais, a incidência de lesões associadas ao trabalho efetuado por longos períodos na posição sentada, é elevado. Isso porque as próprias características do trabalho associado com a má postura (por fraqueza muscular, desvios, má formação e/ou falta de consciência corporal), constituem um fator determinante para o desenvolvimento de dores na coluna e no pescoço.
A má postura pode ser a causa de várias lesões, que ocorrem quando os músculos e os ligamentos que envolvem a coluna são sobrecarregados, estirados ou torcidos. Cuidar da postura no trabalho, no lazer e em casa, fazer algum tipo de atividade para fortalecer e alongar, são atitudes que promovem a saúde e ajudam a combater possíveis lesões.
Além de termos alguns cuidados específicos no dia a dia, devemos também fortalecer, alongar, reeducar e conscientizar o nosso corpo. Prevenindo lesões, obtendo um melhor desempenho no trabalho e mais qualidade de vida.

Por isso este motivo, sugerimos que faça pilates!
O método fortalece os músculos fracos, alonga os músculos que estão encurtados e aumenta a mobilidade das articulações, promovendo flexibilidade e equilíbrio muscular.
Movimentos fluentes devem ser feitos sem pressa com muito controle, para evitar estresse.
O alinhamento postural é muito importante em cada exercício, ajudando na melhora da postura global do indivíduo. A força, a tonificação e o alongamento são trabalhados de dentro para fora do corpo, tornando-o forte, saudável e harmonioso.
O Pilates ainda trás como benefícios a melhora da concentração, da coordenação motora e da consciência corporal, podendo ser praticado por pessoas de todas as idades e níveis de condicionamento físico.

Fonte: ClubedoPilates

sábado, 15 de outubro de 2011

Praticar pilates é bom até para o sexo





As atividades físicas, desenvolvidas por Joseph Pilates na Alemanha do século 20, trabalham a área chamada power house (centro de força) do corpo humano, formada pelos glúteos,  abdome e períneo



O pilates, exercícios físicos  criados  para fortalecer e tonificar os músculos, melhorar a postura  e promover relaxamento, também são  um grande aliado para  melhorar a vida sexual.
Isso porque as atividades físicas, desenvolvidas por Joseph Pilates na década de 20 na Alemanha, trabalham a área do corpo chamada power house (centro de força),  formada pelos glúteos,  abdome e períneo.
“Todas as atividades que liberem endorfinas, aumentem a auto estima e deixem o corpo mais bonito apresentam benefícios para o sexo. Mas o diferencial do Pilates  é o trabalho de ativação dos músculos do assoalho pélvico que melhora o desempenho sexual e evita incontinência urinária”, afirma  Flávia Drummond, fisioterapeuta da Cia. Atlética.
Prazer Especialmente para as mulheres,  os exercícios ajudam a   amenizar os sintomas da variação hormonal como  a TPM, as enxaquecas e retenção de líquidos.
“O pilates ainda  combate   a flacidez da vagina, consequência natural de um pós-parto e do avanço da idade. Com a área pélvica contraída pelos exercícios ela fica enrijecida, aumentando significativamente o prazer sexual  da mulher e do homem”, comenta Rhanda Amim Silveira, fisioterapeuta da clínica Physiovida, pioneira no pilates em Manaus, desde 2004. 
Benefícios para os homens Mas o pilates não traz apenas benefícios para as mulheres. Os studios de Manaus têm visto aumentar o número de homens praticando os exercícios.
“A maioria são ex-pacientes que trataram a coluna e querem continuar relaxando e melhorando a postura. Outros querem sair do agito das academias e ter um algo mais personalizado”, comenta  a fisioterapeuta Adriane Monteiro, da Personal Fitnes Club.
O wakeboarder Jorge Challub (blusa azul) pratica pilates há  seis anos. “Sentia fortes dores na coluna  por conta da prática excessiva de esportes. Chegava a chorar. Tratei a coluna e agora faço pilates como forma de manter a qualidade de vida  e de conhecer melhor o meu corpo”, diz o wakeboarder.
 Os exercícios mais avançados de pilates também dão mais flexibilidade, equilíbrio, coordenação, resistência, velocidade e agilidade.
Alerta e criançasA fisioterapeuta Gisele Monteiro recomenda o pilates para crianças a partir de quatro  anos.  “Os exercícios serão feitos de forma mais lúdica com brincadeiras atraentes e fazendo com que a criança goste do método. É uma boa forma de exercitar sem agredir a musculatura da criança que ainda esta em desenvolvimento”, diz Gisele.
A fisioterapeuta Eliane Lima alerta para o perigo de praticar  pilates em casa. “Não é recomendável pois, sem ajuda profissional, você poderá  fazer movimentos e respirar errado de maneira equivocada o que pode ocasionar lesões”, alerta a médica.
FONTE: ACRITICA.COM

domingo, 2 de outubro de 2011

A força do pilates



O método começa a ser indicado por médicos e ganha espaço dentro dos hospitais para auxiliar na recuperação de males como dor, câncer e doenças neurológicas


No mundo do fitness, a explosão de novas modalidades é uma constante. Mas, normalmente, com a mesma velocidade com que surgem, elas desaparecem após poucos meses. Quando resistem, tornam-se aqueles fenômenos que mudam a história da malhação e a maneira como enxergamos a atividade física. Foi assim com o surgimento da aeróbica, com a expansão da musculação e assim está sendo com o Pilates. Criado pelo alemão Joseph Pilates durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o método rapidamente caiu no gosto dos bailarinos, que o usavam como complemento ao treino. Mas foi só a partir da década de 90 que se popularizou, atraindo milhares de adeptos em todo o mundo e tornando-se a maior revolução do fitness dos últimos anos. Só nos Estados Unidos, primeiro país a receber um estúdio com aulas da modalidade (ministradas pelo próprio Pilates em Nova York), estima-se que cerca de dez milhões de pessoas o pratiquem. No Brasil, não há dados precisos, mas o crescimento pode ser observado pela grande quantidade de estúdios e de pessoas que se confessam fãs do Pilates. “A rápida percepção dos resultados incentiva cada vez mais gente a aderir à técnica”, analisa a fisioterapeuta Solaine Perini, presidente da Associação Brasileira de Pilates. “Isso faz dele o método de condicionamento físico que mais ganha adeptos no mundo.”

As razões para se buscar o Pilates são as mais variadas. Há desde os desejosos de esculpir o corpo (inspirados por celebridades como a cantora Madonna, que credita parte de sua boa forma à técnica) até os interessados em exercícios capazes de ajudar na prevenção ou na recuperação de problemas como dores e lesões. Como anseios tão diferentes cabem dentro de um mesmo método? “Pilates se preocupou em criar uma técnica que trabalha a saúde como um todo”, considera Inelia Garcia, uma das primeiras instrutoras do método no Brasil e hoje dona de um império com mais de 47 estúdios e dez mil alunos espalhados por todo o País. “O corpo torna-se mais forte, flexível e resistente”, diz. “Na parte mental, os exercícios melhoram a concentração e a memória. E o trabalho com a respiração ajuda no controle das emoções”, completa.



A abrangência das lições deixadas por Pilates chama mesmo a atenção. Vem de uma preocupação constante que guiou o seu trabalho: imprimir ciência à técnica. Toda a metodologia de Pilates parte do conceito de “centro de força” (ou power house). O termo, por ele criado, define a região central do corpo humano. “São os músculos da coluna, do quadril, das coxas e do entorno do abdome”, diz Aline Haas, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e instrutora certificada pela Pilates Method Alliance, dos Estados Unidos. “Eles são os flexores e extensores da coluna e do quadril e estão na musculatura profunda da pelve.” De acordo com os princípios preconizados por Pilates, fortalecer essa região é a melhor maneira de garantir uma boa sustentação para o corpo humano.


Ao compreender o trabalho muscular realizado durante os movimentos, Pilates criou exercícios e aparelhos capazes de estimular os músculos, inclusive os mais profundos e em geral pouco acionados no cotidiano. Os resultados são tão impressionantes que têm ocupado o tempo dos cientistas. Parte deles está especialmente interessada em levantar mais do que transformações corporais que o método pode proporcionar. Querem conhecer as suas possíveis indicações terapêuticas. 

E o que se descobriu até agora é alentador. Um exemplo: trabalhos demonstram que a técnica pode ser eficaz para a redução das dores, com efeitos animadores em casos de dor lombar e de fibromialgia (dor crônica sem origem aparente, mais comum em mulheres, e sentida em vários pontos do corpo). Um dos estudos pioneiros foi feito no Departamento de Medicina do Esporte e Reabilitação do Instituto Ortopédico Gaetano Pini, na Itália. Os pesquisadores recrutaram 43 pacientes com dor lombar. Parte deles fez Pilates, enquanto os demais foram submetidos ao tratamento da Escola da Coluna (método fisioterapêutico criado na década de 60). Ao fim de dez dias, quem praticou Pilates teve ganhos similares aos da fisioterapia tradicional, mas com uma vantagem: estava muito mais contente. Entre os que tiveram aula de Pilates, 61% declararam-se muito satisfeitos com a terapia, contra 4,5% entre os que foram submetidos à outra técnica.



Corrobora com o trabalho italiano a revisão proposta pelo fisioterapeuta Edward Lim, do Hospital Geral de Cingapura – a primeira sobre o tema. Lim reuniu sete pesquisas de diversas partes do mundo. Todas sobre o efeito do Pilates em pacientes com dores na parte inferior da coluna. A conclusão: o método é realmente válido para tratar o problema. “Mas os exercícios precisam ser estruturados para atender aos variados quadros clínicos dos pacientes”, disse Lim à ISTOÉ.

Como o que ocorre com a dor lombar, o uso da técnica para casos de fibromialgia também vem ganhando respaldo científico. Em especial após a divulgação dos primeiros resultados de uma pesquisa realizada na Universidade de Uludag, na Turquia. A equipe acompanhou 50 voluntárias durante 12 semanas. Divididas em dois grupos, metade das mulheres frequentou aulas de Pilates e as demais foram orientadas a praticar exercícios de relaxamento e alongamento em casa. Enquanto o primeiro grupo relatou melhoras significativas na dor, o segundo teve alterações positivas bem pequenas.



As comprovações têm encorajado médicos a indicar a técnica a seus pacientes. “É um recurso muito útil, em especial nos casos de dor nas costas sem causa específica”, afirma o traumatologista e ortopedista Alberto Mendes, de São Paulo. “Além do alongamento e do equilíbrio postural, o Pilates faz um trabalho de fortalecimento muscular muito positivo, pois ajuda na sustentação da coluna”, diz o médico. O reconhecimento da importância do método também pode ser medido por sua incorporação pela fisioterapia. “Temos uma resolução que ampara o fisioterapeuta no uso do Pilates como recurso terapêutico”, diz Wiron Correia Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Fisioterapia. 


A chave para entender esses benefícios está em um dos fundamentos preconizados pelo alemão Pilates: o equilíbrio. “Quando as cadeias musculares estão em equilíbrio, há redução da dor”, explica Osvandré Lech, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia, que também indica o método. Pessoas em busca de redução da dor já formam um grupo comum nos estúdios. “Em 80% dos casos, nossos alunos vêm com esse objetivo”, conta Juliana Takiishi, coordenadora de Pilates do Centro de Bem-Estar Levitas, em São Paulo. Parte deles chega às aulas por conta própria. A outra, por recomendação médica.
O fluxo de pacientes dos consultórios para os estúdios tem inspirado outra tendência: a oferta de Pilates dentro dos próprios hospitais. Na Clínica Mayo, centro de referência médica mundial, localizada nos Estados Unidos, o interesse nos benefícios que a técnica pode oferecer a pessoas doentes é tão grande que a instituição está realizando uma pesquisa para delinear melhor os ganhos obtidos. “Há um grande número de pessoas que tiveram câncer aderindo ao método”, informa a médica Daniela Stan, da instituição americana. A pesquisadora está concluindo um estudo com 15 mulheres, previsto para ser publicado no início de 2012. Durante três meses, as voluntárias participaram de aulas na instituição sob os olhos atentos de Daniela. “Há melhoria dos movimentos no lado do corpo afetado pela doença, assim como maior flexibilidade”, disse à ISTOÉ. “Também notamos melhora no humor e na satisfação com o corpo.”

Outra instituição a oferecer aulas é o prestigiado M. D. Anderson Cancer Center, também nos Estados Unidos. Por lá, pacientes que têm ou tiveram tumor de mama podem usufruir de uma aula por semana, indicada para ajudar no controle dos sintomas, como dor e fadiga. Na Suny Upstate Medical University, em Siracusa (EUA), as indicações são mais amplas. “Usamos para ajudar na reabilitação de pessoas com problemas músculo-esqueléticos”, contou à ISTOÉ Karen Kemmis, fisiologista do exercício e responsável pelo serviço. “Se alguém, por exemplo, sofre com dor no ombro e minha avaliação mostra que essa pessoa não tem um bom controle do movimento nessa região, usamos o Pilates para melhorar os padrões de movimento, prevenindo a ocorrência de mais prejuízos na área”, explicou.




No centro americano, o método é utilizado ainda para auxiliar na reabilitação de portadores de doenças neurológicas. “Entre eles estão indivíduos com doença de Parkinson e que sofreram acidente vascular cerebral”, contou Karen. Nesses casos, além de contribuir para a melhora de movimentos prejudicados, estimula a habilidade de concentração.
A tendência de implementar estúdios em hospitais já começa a ser vista também por aqui. Exemplos são os hospitais Brasil, Integrante da Rede D’Or, e Albert Einstein, ambos em São Paulo. “Usamos como continuidade do tratamento ortopédico em pacientes que tiveram alta”, explica a fisioterapeuta Simone Przewalla, do Albert Einstein.
A instituição atende em média 20 pessoas por mês. “É uma atividade segura, que preserva bastante as articulações”, acrescenta Simone. A equipe responsável pelas aulas é formada apenas por fisioterapeutas. E o cuidado é intenso. “O médico nos manda uma carta dizendo o que o paciente tem, o que ele não pode fazer e quais objetivos devem ser atingidos”, diz a fisioterapeuta Marta Cordeiro Pereira, do Hospital Brasil. No Rio de Janeiro, a técnica está na lista das atividades sugeridas pela Clínica Cardiomex, coordenada por médicos especializados em medicina do esporte e cardiologia. “Entre outros benefícios, o Pilates reduz o estresse”, diz a cardiologista Isa Bragança.

Mas não só o uso clínico do método tem merecido atenção dos cientistas. Responder a perguntas ainda não esclarecidas na área do fitness também é objeto frequente das pesquisas. Quem busca o Pilates apenas como uma forma de malhação vê na prática um modo de ganhar força e flexibilidade. E, claro, melhorar a definição da área abdominal. Mas será que isso pode mesmo ser atingido? De acordo com os pesquisadores que têm se dedicado a estudar a prática, sim. E a boa notícia é que os resultados aparecem pouco depois das primeiras aulas. Foi a conclusão à qual chegaram pesquisadores do Centro de Saúde da Turquia. Ao acompanhar um grupo de 38 mulheres sedentárias, eles perceberam que cinco semanas após o início das aulas o corpo já respondia aos estímulos dados pelos exercícios. Nas 21 voluntárias submetidas à técnica houve aumento da força nos músculos abdominais e melhora na flexibilidade. Pesquisa semelhante realizada na Universidade do Estado do Colorado (EUA) constatou esses mesmos ganhos entre voluntários de meia-idade. “E os benefícios foram percebidos com a prática de exercícios de intensidade relativamente baixa, que podem ser realizados sem aparelhos”, anotou no estudo June Kloubec, coordenadora do trabalho.
Mas há o outro lado da moeda. Após testes realizados para o Colégio Americano de Medicina do Esporte pela pesquisadora Michele Olson, da Universidade de Auburn, no Alabama (EUA), acendeu-se o alerta vermelho para a crença de que o Pilates pode ser usado como método de emagrecimento por si só. O que Michele constatou foi que a queima calórica das aulas da modalidade é baixa. No nível básico, uma hora de Pilates equivale a menos de 200 calorias. “Pilates é um treino de força e resistência”, disse Michele à ISTOÉ. “Se a pessoa quer queimar calorias, o melhor é praticar corrida ou spinning”, acrescentou. Isso não significa dizer, porém, que é preciso trocar o estúdio pelo tênis. O Pilates pode ajudar a emagrecer. “Ao começar a praticar, o aluno percebe mudanças positivas no corpo, como força, alinhamento postural, menos dores”, diz a fisioterapeuta Kátia Pinho, do Studio Airmid, de São Paulo. “Sua autoestima aumenta muito, o que é fundamental para iniciar um programa de emagrecimento.”
Além disso, ele contribui para manter o peso. O trabalho muscular aumenta a massa magra no corpo que, por sua vez, potencializa o consumo calórico do organismo. Na prática, quer dizer que ganhar músculos (e para isso o Pilates é muito válido) aumenta a quantidade de calorias consumidas pelo corpo para manter-se, pois as células musculares gastam mais energia para funcionar do que as células de gordura. Mais uma das qualidades do Pilates.
FONTE: ISTO É

domingo, 25 de setembro de 2011

Melhore seus treinos com Pilates



Além de colaborar com uma boa postura e definir os músculos sem deixá-los hipertrofiados demais, o Pilates é ainda mais valioso para as corredoras. Isso porque elas acabam tendo seus músculos encurtados com os treinos e, ao adotar a prática, adquirem mais flexibilidade e controle corporal.
A empresária Stella Sogayr, 37, corre há seis anos e sentiu no seu dia a dia as vantagens de combinar o esporte com duas sessões por semana de Pilates. “Não gosto de musculação e, para complementar os treinos, comecei a fazer Pilates. As aulas me ajudaram bastante com a corrida”, diz ela que aderiu à técnica dois anos atrás.
Mais fôlego para as passadas – O método fortalece o abdome e proporciona uma maior capacidade respiratória, retardando a fadiga e garantindo um melhor rendimento durante exercícios aeróbios. “Ao aprender mecanismos corretos da respiração, a atleta aumenta sua capacidade de inspiração e expiração, conquistando mais concentração e ritmo”, explica Érika Fernandes, instrutora de Pilates da academia Bodytech.
A atividade não tem contra-indicações – vale tanto para corredoras iniciantes como para as mais experientes – e traz benefícios principalmente para as mulheres. “Elas apresentam uma flacidez muscular maior que os homens e, quando passam a aumentar a quilometragem na corrida, aconselho a adotar o Pilates”, indica Mirian Fiel Gugliotti, instrutora de Pilates e treinadora da Run&Fun.
Quando praticar – O recomendado é programar duas ou três sessões por semana para conquistar bons resultados. Se a corredora já realiza treinos de musculação e pretende ingressar nas aulas de Pilates, o ideal é intercalar as duas modalidades: alguns dias podem ser dedicados à corrida e ao Pilates e outros à musculação.
De acordo com Érika, nesses casos, o melhor fazer os exercícios antes do treino de corrida. “Depois de correr, o corpo estará muito tensionado e fadigado e as fibras profundas que precisarão ser recrutadas terão menos potência, podendo gerar algum incômodo ou até mesmo microlesões”, alerta.

Cartilagem articular e o fortalecimento muscular em idosos



Antes de começarmos a falar sobre o tema de hoje, eu lhe pergunto: você, leitor, sabe o que é “propriocepção”? Esse é o termo utilizado para definir a capacidade que temos de reconhecer a localização do nosso próprio corpo no espaço, sua posição e orientação, a força dos nossos músculos e a posição de cada parte do corpo em relação às demais, sem utilizar a visão. É esse tipo de percepção que permite a manutenção do equilíbrio postural e a realização de diversas atividades práticas, como desviar a cabeça de um galho, mesmo que não se saiba precisamente a distância segura para se passar, ou o simples fato de poder tocar os dedos do pé e o calcanhar com os olhos vendados. Atividades importantes como andar, coordenar os movimentos da fala, segurar e manipular objetos e se manter em pé são exemplos de situações que dependem da propriocepção.
Justamente por isso, qualquer prejuízo causado ao sistema responsável pela propriocepção traz dificuldades importantes ao dia-a-dia do paciente. Mas, afinal, o que pode causar a perda da propriocepção? Na maioria das vezes, a perda do equilíbrio corporal está intimamente associada à perda ou atrofia muscular, principalmente dos músculos da coxa. A perda degenerativa de massa e força nos músculos é chamada “sarcopenia” e, por ser um processo natural ao envelhecimento, não é considerada doença. 
Cerca de um terço da massa muscular é perdida com o avanço da idade: aproximadamente 1% ao ano, a partir dos 65 anos. Por isso, pacientes idosos frequentemente apresentam dificuldade da manutenção da estabilidade ou equilíbrio, tanto em repouso quanto durante o movimento. A sarcopenia traz ao paciente idoso a insegurança ao caminhar, podendo inclusive resultar em quedas que podem trazer problemas ainda mais sérios no futuro. Este fenômeno pode ser comparado à osteoporose, que também é uma doença relacionada à idade e se refere à perda de massa óssea. A combinação da osteoporose com a sarcopenia resulta em uma fragilidade física ainda maior.
Alguns indicadores dessa fragilidade incluem: perda de peso recente (especialmente da massa magra), fadiga, quedas frequentes, fraqueza muscular, diminuição da velocidade da caminhada e redução da atividade física, todos relacionados ao mau desempenho do sistema musculoesquelético.
A frequente queixa de dor no joelho em pacientes com mais de 60 anos, em geral, é provocada pelo próprio desequilíbrio muscular, que faz com que o paciente mantenha o joelho sempre levemente dobrado ou flexionado. Normalmente esses pacientes apresentam dor progressiva, que piora com a atividade física e às vezes está associada a deformidades nessa articulação. 
A boa notícia é que a sarcopenia é reversível. Tratamentos conservadores envolvem principalmente a reabilitação corporal e o fortalecimento, no sentido de corrigir a atividade dos músculos da coxa e melhorar a potência muscular.
A prática frequente de atividade física e a correção da osteoporose, quando presente, são ações primordiais que podem também ser vistas como forma de prevenção pelos mais jovens. Vale ressaltar que cada paciente possui suas limitações e capacidades e que a prática de atividade física (como a fisioterapia, hidroginástica, musculação e Pilates) deve sempre obedecer à orientação de um profissional capacitado, já que a sobrecarga ou o excesso de exercícios também é uma das causas de  perda da propriocepção. Resumindo: para a sarcopenia, o exercício certo na medida certa pode ser o melhor remédio!



Fonte: Dr. José Fábio Lana - www.jmonline.com.br

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Fisioterapeuta, um profissional humano

Por ser uma profissão de contato constante com seres humanos, requer, além da técnica, conduta ética e tratamento humanizado.


Imagine um profissional versátil. Dotado de habilidades técnicas, científicas, psicológicas, sociais. Esse é o perfil de um fisioterapeuta. Aquele que lida diretamente com pessoas; trata de pacientes lesionados pelos mais diversos problemas de saúde; recebe doentes de diferentes faixas etárias e níveis econômicos em ambientes como clínicas, hospitais, clubes, programas de assistência pública. 

De quem se espera, portanto, sensibilidade – para além da técnica. “A gente precisa de pessoas voltadas para a questão do homem, da humanização, da ética, da conduta. Que entenda o ser humano numa dimensão muito maior que o corpo”, explica o fisioterapeuta há oito anos e professor da Universidade de Fortaleza (Unifor), Alessandro Façanha.

Regulamentado como profissão desde 1975, o fisioterapeuta previne, diagnostica e trata disfunções do organismo humano. Causadas por acidentes, vício de postura, sequelas pós-operatórias ou má-formação genética, os problemas de saúde são tratados com massagem, ginástica e as próprias mãos dos profissionais.

Mas não pense que ser fisioterapeuta se resume a ser massagista. Quem trabalha exclusivamente com a técnica da massagem é o massoterapeuta; no tratamento fisioterápico, ela é apenas uma das constituintes. A categoria considera o termo, inclusive, pejorativo.

Em média, o salário pode variar entre R$1.600 e R$4.000. O mercado é bem amplo, no qual se inclui trabalho em hospitais, centros de reabilitação, clínicas particulares, clubes desportivos, centros de saúde, escolas, indústrias, universidade, faculdades e centros de pesquisa.

O fisioterapeuta Luiz Neto, 49, atua na profissão há 22 anos. Hoje, trabalha no Centro de Reabilitação Funcional do Ceará. Para ele, “a remuneração não é reconhecida. Quem se sobressai são os que se especializam em algumas técnicas”. Como exemplos de especialização em expansão, Neto cita o pilates, o RPG, a osteopatia e a fisioterapia dermato-funcional: “A onda do momento é a garantia da estética, da drenagem linfática. Muitos optam por esse lado. Dá mais dinheiro”.

Em Fortaleza, os cursos de graduação são muitos. O cuidado deve ser na escolha da faculdade. “Devido ao número de faculdades na área, tem muita gente que se forma a cada semestre ”, alerta Neto.

Saiba mais
Alternativas
O fisioterapeuta interessado em trabalhar no interior do Estado pode se candidatar a vagas do Programa Saúde da Família (PSF) e do Núcleo de Assistência da Saúde da Família (Nasf). No PSF, os fisioterapeutas entram nos núcleos complementares. Mas no Nasf, atuam na atenção primária (prevenção) para doenças básicas: controle de postura, de pressão arterial e glicemia.

EM
ALTA


MERCADO
O mercado é amplo na área da saúde da mulher (dermato-funcional), na fisioterapia do trabalho (ergonomia) e no atendimento hospitalar e clínico em terapia intensiva

EM
BAIXA


SALÁRIO
O salário inicial de um fisioterapeuta é R$ 1.670,00 (30 horas semanais). Há quem o considere baixo


FONTE: O POVO