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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Atividade física é uma das melhores amigas do seu coração



Nem sempre dormir ou descansar é a atividade ideal para recarregar as energias de um cotidiano corrido e repleto de tensões. Se exercitar, sim. E os resultados são melhores ainda se a prática for aeróbica. "Por melhorar o preparo físico, os exercícios fazem com que você tenha mais disposição para realizar as tarefas do dia", explica o especialista em medicina do exercício Daniel Arkader Kopiler, membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME).

E os benefícios não param por aí. A prática de atividades físicas também libera substâncias como a endorfina, que dá sensação de bem-estar e aumenta autoestima. Ou seja, deixando a preguiça de lado você cuida melhor do corpo e da mente. Além de aumentar a disposição, esse tipo de atividade dá aquele empurrão para o ponteiro da balança descer.

Um estudo realizado na Grã-Bretanha indica que exercícios aeróbicos, como a caminhada e a corrida, são mais eficazes na inibição do apetite do que as chamadas atividades anaeróbicas, como a musculação. Segundo a pesquisa, passar 60 minutos na esteira afeta a liberação de dois dos principais hormônios reguladores do apetite, o peptídeo YY e a grelina. O primeiro inibe a fome, e o segundo é conhecido por atuar em seu estímulo.

Praticar exercícios não é bom apenas para queimar calorias. A atividade física também é uma das melhores amigas do seu coração e ajuda você a continuar jovem. Um estudo canadense publicado na revista científica PLoS One mostrou que os benefícios de duas idas semanais à academia de ginástica deixam os músculos mais fortes e também mais jovens. Por isso, corra, pule, ande ou dance.
Escolha a atividade que te agrada mais e vá em frente. Vale lembrar que pessoas sedentárias devem fazer exames médicos e check-ups antes de começar a praticar exercícios, principalmente se há histórico de obesidade e problemas de coração.

FONTE: www.minhavida.com.br

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Má circulação nas pernas: conheça os hábitos para evita-la



O problema normalmente se manifesta por dores nas pernas ao andar, que pioram ao correr ou subir escadas


A dificuldade de circulação nas pernas na medicina é denominada doença arterial periférica, que acontece quando as artérias dos membros inferiores responsáveis por levar o sangue que sai do coração cheio de nutrientes e oxigênio para as extremidades apresentam algum problema que dificulta a chegada deste sangue. Quando andamos, por exemplo, precisamos de energia, glicose e oxigênio para que os músculos envolvidos no movimento possam trabalhar. Precisamos também de uma boa irrigação sanguínea para nutrição da pele, tecidos, unhas, pelos, ossos, enfim para todo o tecido vivo. 
Quando somos jovens, as artérias são lisas e capazes de conduzir todo o sangue necessário para as nossas necessidades. Com o passar dos anos, elas vão se desgastando, assim como todo o organismo. Nesse processo de degeneração, elas podem apresentar acúmulo de gordura em suas paredes, o colesterol, por exemplo, que vai causando um estreitamento da parte interna do vaso, dificultando a passagem de sangue. Essa gordura acumulada pode obstruir parte do vaso e, se não for tratada, pode chegar a obstruir toda a passagem de sangue em um determinado segmento do vaso sanguíneo. Por isso é importante fazermos um controle do colesterol, pois, se ele estiver aumentado, a possibilidade de ele se acumular é maior. 
Essa situação pode se agravar com o vício do cigarro, a ingestão de comidas gordurosas e frituras, o estresse intenso e a vida sedentária. Cada um desses fatores pode agravar a doença arterial, sendo que o pior é o tabagismo. 
Por isso, veja os hábitos que previnem o problema: 
  • Faça um levantamento das tendências familiares e, se houver casos de má circulação na família, procure o médico antes de sentir alguma coisa para fazer um check up vascular
  • Pare de fumar
  • Procure ter uma alimentação saudável, evitando gorduras animais, frituras e abusando de saladas, verduras, legumes, peixe e azeite de oliva
  • Tente lidar melhor com o estresse
  • Procure fazer uma atividade física regular que trabalhe principalmente a musculatura da panturrilha
  • Faça um controle rigoroso do colesterol, triglicérides, glicose sanguíneos
  • Pense saúde e não deixe a doença acontecer na sua vida.

Sintomas da má circulação nas pernas

O sintoma inicial mais comum na doença arterial periférica é a dor nas pernas, que aparece na panturrilha quando andamos. Com o movimento, precisamos de mais sangue para levar nutrientes ao músculo. Se este sangue com nutrientes não chega de forma suficiente, a maneira do corpo nos informar que algo não está funcionando bem é a dor. Ou seja, a dor que aparece ao andar e piora quando corremos ou subimos e que melhora quando paramos de movimentar é característica da má circulação. Essa dor pode ser piorada pelo frio intenso, que produz vasoconstricção, fazendo os vasos diminuírem e piorando ainda mais a chegada de sangue ao local necessário. Também pode piorar quando elevamos a perna, pois o sangue vai ter mais dificuldade de subir até a extremidade elevada. 
É muito importante estarmos atentos à linguagem corporal, neste caso a dor, que pode vir acompanhada de mudança de coloração da pele, que fica arroxeada ou pálida, e da sensação de perna fria. A queda dos pelos na perna também é um sinal de atenção. 
Se a doença não for reconhecida e tratada, pode evoluir para consequências mais graves como lesões ulceradas que provocam muita dor e até perda do membro por morte de tecidos levando à amputação do membro. 

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Conheça os diferentes tipos de água que prometem emagrecer



Água de berinjela, água com limão, água de gengibre, água Sass, veja quais delas realmente funcionam


Água de berinjelaágua de gengibre, água com limão, entre outras. Essas são apenas algumas das variedades da água que associadas ao emagrecimento e melhorias na saúde. Mas será que elas funcionam? Conversamos com nutricionistas e descobrimos que determinado tipos de fato proporcionam benefícios, mas passam longe do milagre prometido em certas publicações. "A água natural ainda é a melhor opção para hidratar, essas águas com sabor podem ser interessantes para quem não tem o hábito de beber água", diz a nutricionista Patrícia Pinesi, da clínica Maria Fernanda Barca.
A seguir, veja as características dos principais tipos de água:

1. Água potável

A água potável é essencial para o emagrecimento e manutenção da saúde. "A partir do momento em que começamos a entrar em um processo de desidratação as pessoas podem confundir sede com fome e acabam comendo mais", explica a nutricionista Patrícia Pinesi, da clínica Maria Fernanda Barca.

Além disso, todas as reações do nosso organismo acontecem na presença de água, inclusive a quebra de gordura. A hidratação correta ainda mantém a saúde e contribui para a eliminação de toxinas e o transporte de nutrientes para as células de uma forma mais adequada. 

A recomendação é ingerir entre 30 a 35 ml por kg de peso corporal de líquidos, o que em média fica em torno de 2 litros por dia.

2. Água de gengibre

Esta água pode contribuir para o emagrecimento saudável desde que seja ingerida da maneira correta, e claro, que faça parte de uma dieta balanceada. "O ideal é consumir o gengibre ralado ou espremido, não em rodelas. Ele tem que soltar seu líquido, o melhor é consumi-lo na salada, mas se quiser ralar na água e tomar, também pode", conta Patrícia. 

O gengibre ajuda na perda de peso porque tem ação termogênica. "Por isso, auxilia no processo de queima de gordura e aceleração metabólica, mas ele não é responsável pelo processo de emagrecimento de fato. Ele ajuda sim, mas uma boa alimentação e atividade física diária é muito mais efetivo e saudável", destaca a nutricionista Vivian Ragasso, do Instituto Cohen de Ortopedia. 

Pessoas com taquicardia devem consumir a água com moderação e evitar consumir o gengibre, pois ele possui efeito termogênico e em excesso pode elevar os batimentos cardíacos.

3. Água com limão

Não há comprovações cientificas de que a água com limão de fato contribua para a perda de peso. "Entretanto, o poder alcalinizante do limão pode auxiliar nos processos de desintoxicação facilitando a perda de peso, desde que dentro de um conjunto de mudanças para adoção de hábitos saudáveis de alimentação", observa a nutricionista Hannah Médici. Pessoas com gastrite, úlcera no estomago e intestino ou outros problemas no trato gastrointestinal devem evitar essa prática.

4. Água Sass

A água Sass foi criada pela nutricionista americana Cynthia Sass e conta com gengibre ralado ou espremido, fatias de limão, pepino e folha de hortelã. Todos esses alimentos ficam de molho na água por 12 horas e depois ela é consumida. Por conter o gengibre ralado ou espremido, esta água pode contribuir um pouco para o emagrecimento saudável desde que aliada a uma dieta balanceada. "É uma fórmula muito boa pra ajudar no processo de detox sim, mas não é efetiva no emagrecimento. O melhor seria bater todos esses ingredientes e consumir após isso", diz Vivian.

FONTE: minhavida.com.br


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Drenagem linfática: tratamento para inchaço e celulite



A drenagem linfática é uma técnica de massagem que tem por objetivo estimular o sistema linfático - uma rede complexa de vasos que movem fluidos pelo corpo - a trabalhar de forma mais acelerada. Entre os principais benefícios do método estão a redução da retenção de líquido, ativação da circulação sanguínea, combate à celulite e até o relaxamento corporal.

 A função da drenagem linfática é retirar a linfa que fica acumulada entre as células, o que pode ser ocasionado por um retardo da pessoa na produção da linfa, por exemplo, ou por dificuldades da absorção por parte das células. Com essa estimulação, há a diminuição do inchaço e melhora da celulite. O procedimento melhora também a circulação em geral, relaxa o corpo e pode atuar discretamente no combate a gordura localizada - uma vez que a massagem aumenta o metabolismo do local.

 O transporte de gordura - principalmente na forma de triglicerídeos - e vitaminas é feito pela linfa do intestino e desemboca no fígado sendo metabolizado e mandando ao sistema circulatório os nutriente e volume sanguíneo de maneira balanceada. Por isso, quando há uma melhora da circulação da linfa, há também uma maior oxigenação dos tecidos do corpo, o que melhora o aspecto da celulite e gordura localizada.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Raiva: Saiba lidar com ela e como ela pode te prejudicar



A raiva é um sentimento comum a todos, e acontece até mesmo com as pessoas mais calmas e serenas. Esse estado de irritação pode ser causado por diversos motivos, e quando estamos estressados e cansados ficamos ainda mais vulneráveis a ele.

Ela causa uma série de prejuízos à saúde física e mental como, problemas cardíacos, problemas gastrointestinais, dores de cabeça, derrame, ganho de peso, queda de cabeço, queda na imunidade, tensão muscular, além limitar as boas relações, atrapalhando a vida pessoal e profissional.

Sentimentos considerados vilões, como a raiva, por exemplo, podem ser benéficos se forem canalizados para promover ações construtivas. A raiva causa adrenalina e te deixa mais corajoso, portanto, pode ser utilizada como impulso e motivação para sair da zona de conforto e tomar atitudes que talvez você não tomaria em uma ocasião confortável.

Sentir raiva no decorrer de sua vida é inevitável, pois na maioria das vezes ela é provocada por fatores externos que vão além de seu domínio, como um engarrafamento, um colega de trabalho inconveniente, a fila de um banco onde você está a um bom tempo em espera, entre outras diversas situações que fazem parte do nosso cotidiano.

É indispensável, portanto, saber como lidar da melhor maneira com esse sentimento que influencia tão intensamente nossos atos.

3 Dicas para ter uma boa relação com a raiva

Confira abaixo dicas para conduzir a raiva e tirar desse estado de emoção resultados favoráveis.

Analise o motivo provocador

O primeiro passo é não bloquear o sentimento, você tem o direito de senti-lo. Nesse sentido, o melhor caminho é analisar as razões que te levaram a chegar neste estado. Em momentos de raiva é comum agirmos de maneira equivocada, portanto, pare, respire e observe a situação.
Exercite a inteligência emocional

Ser inteligente emocionalmente é primordial para conduzir a vida pessoal e profissional. Todos os dias somos desafiados e sempre acontecerá fatos que nos tire da zona de conforto, mesmo que seja por provocação da raiva.

A inteligência emocional é a habilidade de conduzir as próprias emoções, sendo mais assertivo nas tomadas decisões, mantendo-se equilibrado, mesmo diante das adversidades.
Pratique atividades físicas

É claro que essa dica não poderia faltar. A atividade física repercute positivamente em todos os sentidos, através dela você extravasa toda energia acumulada, fica mais sereno e paciente. O Pilates é uma atividade física completa, além desses benefícios, os exercícios de Pilates exigem um alto nível de concentração não deixando espaço para os pensamentos ruins. Após uma aula de Pilates o aluno sai relaxado e com a menta vazia.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

QUAL A FREQUÊNCIA IDEAL PARA PRATICAR PILATES?


Em outras modalidades, como a musculação, por exemplo, o corpo precisa de um período de descanso para responder aos estímulos do exercício.

No Pilates, não existe essa necessidade. A atividade pode ser praticada todos os dias, trazendo inúmeros benefícios ao organismo, que vão desde o combate ao stress, alívio de dores, fortalecimento muscular até o emagrecimento.

Porém, se você não tem disponibilidade para praticar Pilates diariamente, tente, no mínimo, três vezes por semana. Assim, você conserva uma boa frequência de estímulo do seu organismo.

Não tem tempo para praticar Pilates mais de uma vez por semana? Não desanime! Se você conseguir, pelo menos em um dia, separar tempo para se exercitar, já estará promovendo saúde e bem-estar ao seu organismo. Aproveite ao máximo esse momento, tentando relaxar, se desligar do problemas do dia a dia e se concentrar em cada movimento. Em uma hora de aula, são trabalhados o alongamento, a flexibilidade, a força muscular e a respiração.


Em outras atividades, realizar a prática apenas uma vez por semana pode ser perigoso. A falta de condicionamento físico pode causar uma lesão. No Pilates, esse risco não existe! A atividade pode ser praticada por qualquer pessoa, sem exigir uma preparação prévia.
Não esqueça de escolher um estúdio com equipamentos de qualidade e com profissionais preparados, que irão determinar quais movimentos são mais indicados para cada pessoa.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Exercícios na gravidez ajudam no desenvolvimento cerebral do bebê

Segundo pesquisa, 20 minutos de atividade cardiovascular moderada três vezes por semana já melhoram o desempenho do cérebro das crianças.


Grávidas que se exercitam podem gerar bebês com cérebros melhor desenvolvidos do que gestantes sedentárias. Foi o que descobriu um novo estudo da Universidade de Montreal, no Canadá, apresentado nesta semana no encontro anual da Sociedade para Neurociência dos Estados Unidos, em San Diego.
A pesquisa avaliou dezoito mulheres grávidas e, depois, analisou a atividade cerebral de seus bebês até eles completarem doze dias de vida. Parte das gestantes foi orientada a praticar atividade física a partir do segundo trimestre da gravidez. Elas faziam ao menos 20 minutos de exercícios cardiovasculares de intensidade moderada (pilates, caminhada, passeio de bicicleta ou natação, por exemplo) três vezes por semana. O restante das mulheres não se exercitou ou praticou pouca atividade (menos do que 12 minutos por semana) ao longo da gestação.
Segundo o estudo, quando as crianças tinham apenas dez dias de vida, já era possível observar que o cérebro daquelas cujas mães praticaram atividade física durante a gravidez era mais desenvolvido do que o dos bebês cujas mães não se exercitaram ao longo da gestação. Em testes que monitoraram a atividade cerebral das crianças, os filhos de mães fisicamente ativas foram capazes de reconhecer um novo som com menos esforço do que os outros, mostrando que o órgão deles era mais eficiente.
De acordo com Elise Labonete-LeMoyne, coordenadora do estudo, outras pesquisas já haviam relatado que a atividade física durante a gravidez promove uma série de benefícios à criança, mas essa é a primeira vez em que um trabalho mostra que os exercícios impactam especificamente o desenvolvimento cerebral do bebê. Segundo Elise, ela e sua equipe continuarão a acompanhar as crianças que participaram do estudo para saber se esse maior desenvolvimento cerebral tem efeitos a longo prazo.
FONTE: Revista Veja

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Mastigar devagar ajuda na perda de peso


Na busca quase eterna por boa forma e qualidade de vida, a alimentação adequada é fundamental. Mas, além de se preocupar com a ingestão de alimentos saudáveis e nutritivos, uma das primeiras dicas para quem quer perder peso é mastigar devagar. Isso faz com que se coma menos, já que a sensação de saciedade chegará antes de se comer mais do que o necessário. Isso porque o organismo leva de 15 a 20 minutos para avisar o cérebro de que está saciado.
—  A mastigação lenta proporciona uma comunicação efetiva entre estômago e cérebro, fazendo com que haja maior liberação de hormônios de saciedade e também aumente a percepção de quando se está realmente satisfeito. Com isso, há uma menor ingestão de alimentos e, consequentemente, o controle do peso — explica a nutricionista Bruna Chagas Petrungaro.
No caso de alimentos sólidos _ especialmente as carnes bovinas _, o ideal é mastigar pelo menos 30 vezes antes de engolir. Ao mastigar devagar, os alimentos se mantêm por mais tempo em contato com as papilas gustativas presentes na língua. Como é por meio delas que se sente o sabor, quanto mais mastigações, maior será a apreciação do alimento e o estímulo das papilas. Logo, maior será a percepção da saciedade.
O processo de digestão inicia-se pela boca. Com uma mastigação correta, a produção de saliva é mais eficiente, o que ajuda a formar um bolo alimentar mais macio e fácil de ser deglutido, evitando vários problemas e desconfortos gástricos.
— Além disso, a mastigação mantém a força dos músculos do rosto, modela a forma do osso e a posição dos dentes, além de ser a primeira fase da digestão — complementa a fonoaudióloga Paula Pinheiro.
Para melhorar a digestão
:: Descanse os talheres no prato a cada mastigação.
:: Coloque pouca comida no garfo.
:: Escolha um local calmo e tranquilo para fazer suas refeições.
:: Evite realizar outras atividades durante a refeição (como ver TV, ler jornal ou acessar a internet)
:: Inicie a refeição com um prato ou porção generosa de salada. Enquanto mastiga lentamente as verduras e legumes, você ganha tempo para que a mensagem de saciedade chegue ao cérebro e se reduz a chance de repetir, por gula, o prato quente _ e mais calórico.
:: Limite a ingestão de líquidos como acompanhamento da refeição a um copo de 200ml. Dê preferência à água sem gás ou sucos naturais. Além de atrapalhar a digestão, o excesso de bebida pode aumentar o volume do estômago, fazendo com que a pessoa consuma uma maior quantidade de alimentos.
FONTE: www.zerohora.clicrbs.com.br

quarta-feira, 13 de março de 2013

Dor na coluna em cirurgiões dentistas




A coluna vertebral é constituída de 33 vértebras formando o eixo ósseo do corpo e está condicionada a oferecer resistência de um pilar de sustentação, mas também a flexibilidade necessária à movimentação do tronco (RIO, LOZANO, GARRO, 2004; DANGELO, FATTINI, 2007; SERRANO, 2009).
    Uma das maiores causas de afastamento prolongado do trabalho e de sofrimento humano são os transtornos da coluna vertebral. As cervicalgias e lombalgias apresentam uma incidência impressionantemente alta no trabalhador, muitas vezes precipitada pelas condições de trabalho que decorrem da utilização biomecânica incorreta da "máquina humana". Aproximadamente 60% das dores na coluna vertebral são causadas por dores musculares, em geral por retrações dos músculos devido à má postura, esforço físico, movimentos repetitivos de maneira errada e predisposição genética (MAEHLER, 2003).
    Os profissionais odontólogos estão entre os primeiros em afastamento do trabalho por incapacidade temporária ou permanente, com sintomas de dor e desconforto em diferentes regiões do segmento superior do corpo, sendo mais acometida a região do pescoço, ombro e coluna lombar A maioria dos quadros descritos pode ser enquadrada entre os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (SANTOS FILHO, BARRETO, 2001).
    Atualmente, as questões de saúde e organização relacionadas ao trabalho têm sido muito investigadas devido aos problemas verificados entre as diversas categorias de trabalhadores. Dentre as mais variadas atividades laborais, a odontologia se destaca por ser uma atividade voltada para a saúde, mas que exige muita precisão e concentração, o que impõe ao seu praticante uma série de fatores predisponentes a alterações sócio-psico-fisiológicas e organizacionais de seu trabalho (LOGES, AMARAL, 2005).
    A odontologia tem sido considerada uma profissão "estressante", colocando os profissionais odontólogos entre os primeiros lugares em afastamentos do trabalho por incapacidade temporária ou permanente, respondendo por cerca de 30% das causas de abandono prematuro da profissão (SANTOS FILHO, BARRETO, 2001).
    Tais profissionais experimentam comumente dor musculoesquelética durante o curso de suas carreiras. Enquanto a dor lombar ocasional ou dor de pescoço não é uma causa para alarme, se ocorrer dor regularmente ou desconforto e este é ignorado, o dano fisiológico cumulativo pode conduzir a um dano ou uma inaptidão profissional (VALACHI, VALACHI, 2003).
    Estudos sistemáticos sobre os distúrbios musculoesqueléticos em cirurgiões-dentistas vêm sendo realizados desde a década de 50, e são responsáveis pelas primeiras propostas de modificações no processo de trabalho dos dentistas, inclusive a mudança do trabalho da posição ortostática para a posição sentada (SANTOS FILHO, BARRETO, 2001).
    No trabalho sentado a maior parte dos músculos posturais estão relaxados. Do ponto de vista da atividade muscular, pode-se considerar a posição sentada como de baixo risco para algias da coluna, entretanto, as estruturas articulares, tornam-se expostas a maiores riscos de lesão. As cargas na coluna são sempre maiores na posição sentada do que na postura em pé, devido aos elementos posteriores da coluna vertebral que formam uma carga ativa quando em pé. No entanto, na posição sentada não há participação destes elementos de força anti-gravitacional, permitindo assim que os discos intervertebrais recebam uma carga maior, elevando o risco de lesões (BRITO, 2003).
    Na postura sentada, a parte inferior da coluna, a lordose lombar, é reduzida, sofrendo uma diminuição ou eliminação de sua curvatura fisiológica, tornando-se reta ou mesmo invertendo-se. Assim, diminui-se o espaço existente na parte da frente das vértebras e aumenta-se o de trás, forçando o núcleo pulposo, que estava no centro do disco, para trás (MAEHLER, 2003).
    Vários procedimentos odontológicos exigem para o dentista assumir e manter posições que podem ter desvantagens potenciais para seu sistema musculoesquelético. O trabalho com pacientes é executado freqüentemente com os braços elevados e sem apoio e com a coluna cervical flexionada e rodada. Estudos prévios informaram uma prevalência alta de sintomas no pescoço e na região do ombro como também da região lombar de dentistas que trabalham em prática clínica (MOEN, BJORVATN, 1996).
    A dor cervical localizada, conhecida como cervicalgia, é um problema de saúde extremamente comum na população geral (HOVING, 2002; CÔTÉ, 2004; CHIU, LAM, HEDLEY, 2005; ESTEBAN, 2006).
    Como doenças da coluna cervical estão ficando prevalecente na sociedade, estimativas indicam que 67% de indivíduos sofrerão dor cervical em alguma fase da vida (FALLA, JULL, HODGES, 2004).
    Nos Estados Unidos 50% a 70% da população irão sofrer cervicalgia pelo menos uma vez na vida, tanto quanto um terço é afetado a cada ano (HURWITZ, 2002).
    A dor na coluna cervical apresenta menor freqüência e incapacidade de trabalho que a dor lombar e com um número menor de consultas (SEPÚLVEDA, 2004).
    A faixa etária de maior incidência situa-se entre 45 e 65 anos, sendo mais freqüente no sexo feminino (FONSECA, DUARTE, ROSÁRIO, 2001; HOVING, 2002).

    A cervicalgia pode apresentar um quadro clínico de começo brusco ou de instauração lenta e evolutiva que se inicia no pescoço e logo se irradia para o ombro e extremidade superior, que se exacerba com os movimentos e se incrementa com o decúbito e o repouso noturno, acompanhando-se de parestesia (SEPÚLVEDA, 2004).
    Dentre as diversas Síndromes Dolorosas destacam-se as algias vertebrais, que acometem milhões de pessoas, sendo um dos principais incômodos da população, em que as lombalgias são observadas em 70% dos brasileiros, podendo relacionar-se com a má postura ou hérnias discais (TOSATO, 2006).
    Na consulta ortopédica as dores da coluna estão entre as queixas mais freqüentes dos pacientes, bem como representam causas comuns de afastamento do trabalho (FERNANDES, 2007).
    Dentre as doenças crônicas, estudos afirmam que 70 a 85% de todas as pessoas sofrerão de dor lombar em algum momento de suas vidas (CUNILL, 1993; GÓMEZ, 2001; LLERENA, NOVO, MARTÍNEZ, 2001; BIYANI, ANDERSSSON, 2004; SILVA, FASSA, VALLE, 2004; GONZÁLEZ-HIDALGO, 2006; ROBAINA, 2006).
    A lombalgia é a causa primária de inaptidão em indivíduos com idade inferior a 50 anos (GÓMEZ, 2001; LLERENA, NOVO, MARTÍNEZ, 2001; BIYANI, ANDERSSSON, 2004).
    Segundo a Associação Internacional para Estudo de Dor a lombalgia é uma intolerância para a atividade e inabilidade para trabalhar (GÓMEZ, 2001).
    Esta morbidade atinge principalmente a população com idade economicamente ativa (SILVA, FASSA, VALLE, 2004).
    A lombalgia pode apresentar fatores de risco que é fundamental identificar. Os fatores mecânicos como posturas estáticas adotadas no trabalho, vibração, tarefas repetitivas e condução prolongada são considerados como fatores de risco. Há também fatores pessoais a serem considerados, como a idade, o sexo, obesidade, IMC elevado e hábitos tabágicos (PONTE, 2005; OLIVEIRA, ZABKA, FLORES, 2008).
    O trabalho físico pesado, levantamentos, posturas estáticas, flexões e torções, vibração, ambientes desagradáveis e tarefas repetitivas, são fatores que estão também associados com aumento do risco de dor lombar (GÓMEZ, 2001).
    A lombalgia tem como causas algumas condições como: congênitas, degenerativas, inflamatórias, infecciosas, tumorais e mecânico-posturais (ANDRADE, 2005; SERRANO, 2010).
    Na lombalgia a dor não apresenta irradiação importante, a intensidade da dor é variável, desde uma sensação de desconforto até uma dor lacinante, quase sempre há transtorno funcional, impedindo o paciente de recostar, trabalhar ou deitar. Em alguns casos há bloqueio funcional, ficando o paciente em uma posição rígida, sem condições de exercer qualquer atividade. É comum a presença de rigidez matinal que melhora com a movimentação. Mudanças de posição, o ato de sentar, deambulação, tosse, espirros e pequenos esforços provocam dor. Observa-se limitação da mobilidade da coluna, dor a palpação da região lombar, podendo haver uma área extremamente sensível (PORTO, 2000).
    O objetivo do presente estudo foi avaliar a prevalência de algias na coluna vertebral em cirurgiões dentistas, decorrentes da prática da atividade clínica profissional, bem como verificar qual a prevalência de algia, definir qual o segmento mais acometido e estabelecer critérios relacionados à postura e presença da dor.

Materiais e métodos

    Foram sujeitos da pesquisa 47 cirurgiões-dentistas, portadores ou não de algias vertebrais, independente da doença, sexo ou idade. Todos pacientes assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido.
    Foram analisadas como exposições as variáveis demográficas (sexo, idade, cor da pele e situação conjugal), comportamentais (tabagismo, carga horária de trabalho, procura de auxílio médico e resultado com terapias), ergonômicas (trabalho sentado, trabalho em pé, trabalho com esforço físico, trabalho com vibração, trabalho de repetitividade, trabalho em posição viciosa, trabalho em posição estática de rotação de tronco, trabalho em posição estática de flexão anterior de tronco, trabalho em posição estática de rotação de cervical, trabalho em posição estática de flexão cervical, trabalho em posição estática de extensão cervical e se conhece sobre ergonomia), álgicas (dor na coluna cervical, dor na coluna torácica e dor na coluna lombar) e nutricional (peso, estatura e índice de massa corporal – IMC).
    As variáveis ergonômicas foram caracterizadas pela percepção do entrevistado identificando entre as opções (nunca, raramente, geralmente, sempre) qual delas caracterizava melhor a freqüência de exposição. Entre as variáveis aferidas estão esforço físico, vibração e repetitividade, bem como posição viciosa e variáveis álgicas (dor na coluna cervical, na coluna torácica e na lombar).
    A variável tabagismo foi coletada nas categorias de nunca fumou, ex-fumante ou fumante atual. O IMC dos indivíduos foi medido pelo peso (Kg) referido, dividido pela altura (cm) referida elevada ao quadrado.
    Os resultados foram obtidos através de análise estatística simples utilizando porcentagem, e descritos de forma dissertativa.

Resultados

    Foram estudados 47 indivíduos, com idade entre 23 e 71 anos, sendo que 51% eram do sexo masculino e 94% era da cor branca. A situação conjugal aponta que 70% era casado ou vivia com companheiro.
    Na análise bruta 43% encontrava-se em idade economicamente ativa, entre 30 e 39 anos, e que 81% trabalham oito horas diárias ou mais. Entre todos os participantes 28% procuraram por auxilio médico, e 53% apresentaram resultados com terapias, bem como 96% dos participantes nunca fumaram
    Para definir as prevalências das variáveis ergonômicas, as freqüências obtidas nas categorias "geralmente" e "sempre" foram reunidas em um único grupo. Em relação à posição observou-se que 100% trabalhavam sentado e que 94% dos indivíduos consideravam que trabalhavam em posição viciosa. Foi apontado que 94% trabalhavam com movimentos repetitivos; 25% realizava trabalho com esforço e 23% estavam expostos a vibração, geralmente ou sempre.
    Sobre a postura de trabalho 75% trabalhava com rotação de tronco e 85% com inclinação do tronco. Na coluna cervical 83% trabalhava com rotação cervical; 75% com flexão cervical e 53% com extensão cervical.
    Sobre ergonomia 96% dos participantes afirmavam que conhecia, geralmente ou sempre.
    No tocante algias vertebrais o presente estudo apresenta prevalência de 60% para lombalgia seguida de 42% de cervicalgia. Em relação às algias vertebrais relacionadas com a postura de trabalho constatou-se que prevalece na posição sentada, sendo prevalente a lombalgia com 55,3%, seguida de cervicalgia com 40,4%.
    Em relação ao peso dos participantes, 26% apresentaram entre 50-59 kg e 26% com 80 kg ou mais. A estatura prevaleceu 32% entre 1,60-1,69m, e 4% apresentava IMC correspondente a obesidade (igual ou superior a 30 kg/m2).

Discussão

    De acordo com os dados coletados, a idade apresentou-se maior na faixa etária considerada produtiva, até 50 anos (85%), com a prevalência de 51% do sexo masculino, diferindo de outros estudos como Santos Filho, Barreto (2001) e Maehler (2003) que aponta prevalência de 58% e 66% dos entrevistados para o sexo feminino.
    A situação conjugal nos apresentou que 70% eram casados ou viviam com companheiros, se aproximando dos resultados encontrado por Santos Filho, Barreto (2001), Loges, Amaral (2005) e Ponte (2005), em que os entrevistados casados apresentava entre 54% a 72% de prevalência.
    Observou-se que 96% dos participantes nunca fumaram, se aproximando dos dados obtidos por Santos Filho, Barreto (2001) e Loges, Amaral (2005), apresentando que 84% e 90% dos entrevistados não eram tabagistas. A interferência do tabagismo não alterou os quadros de algias, não relacionando-se com os trabalhos de Ponte (2005) e Oliveira, Zabka, Flores (2008) em que apresenta hábitos tabágicos como fator de risco para a lombalgia.
    Em relação à carga horária de trabalho 81% trabalham oito horas diárias ou mais. sendo prevalente também no estudo realizado por Maehler (2003), apontando que 71% dos entrevistados trabalham oito horas diárias ou mais. Como afirma Graça, Araújo, Silva (2006) não é aconselhável que o cirurgião dentista permaneça na mesma posição por um longo período, sugerindo-se a mudança de postura a cada duas horas, aliviando a circulação e evitando a fadiga muscular.
    Entre todos os participantes 28% procuraram por auxilio médico, e 53% apresentaram resultados com terapias, diferindo dos dados obtido por Maehler (2003), em que 55% procuraram auxilio médico, podendo ser justificado em nosso estudo que 53% dos participantes obtiveram resultados de alivio com terapias, não procurando por auxílio médico.
    É necessário que os profissionais de odontologia se conscientizem quanto ao cuidado de seu maior patrimônio: seu próprio corpo. Pausas para descanso entre os atendimentos, adoção de métodos preventivos, como, exercícios regulares, massagens, cuidados com a postura, são algumas alternativas que podem ser adotadas a fim de prevenir e/ou minimizar os possíveis problemas musculoesqueléticos, advindos da profissão, considerada uma das mais estressantes na área da saúde.
    Quanto à postura todos os indivíduos afirmaram que geralmente ou sempre se utilizam da postura sentada, 94% com movimentos repetitivos e 26% trabalham com esforço físico, apresentando diferença significativa com outro estudo apresentado4 em que 80% dos entrevistados afirmaram trabalho com esforço físico.
    Pelo estudo realizado, fatores como o maior acometimento de lombalgias, podem ser indicativos de uma necessidade de melhor adaptação dos equipamentos às necessidades antropométricas, bem como a qualidade e especificidade de cada equipamento, de acordo com o tipo de atividade desenvolvida e as necessidades de cada gênero.
    Entre todos os indivíduos participantes do presente estudo, 94% consideravam que trabalhavam com uma posição viciosa, sendo que a maioria adotava a posição de inclinação anterior de tronco e rotação de tronco associado com rotação cervical e flexão cervical, variando com 53% que afirmaram que geralmente ou sempre adotam a posição de extensão cervical, acompanhando a tendência encontrada no estudo de Maehler (2003) que aponta a mesma posição como sendo a prevalência.
    No tocante algias vertebrais o presente estudo apresenta prevalência de 60% para lombalgia seguida de 42% de cervicalgia, se aproximando dos valores encontrados nos estudos apresentados por Moen, Bjorvatn (1996), Santos Filho, Barreto (2001) e Loges, Amaral (2005) e diferindo dos dados apresentados por Maheler (2003), em que relata a prevalência de 24% de cervicalgia e 17% de lombalgia, tendo como alvo os acadêmicos de odontologia, enquanto os demais autores utilizaram-se de profissionais atuantes.
    Diante da complexidade de se avaliar as algias, faz-se necessário uma maior quantidade de estudos para que se possa verificar resultados mais fidedignos, bem como as características dos quadros álgicos, a influência de outros fatores que não físicos na intensidade e prevalência da dor, e o melhor posicionamento que se adapte as necessidades do profissional.
    A obesidade pode causar alterações no equilíbrio biomecânico do corpo propiciando assim o risco de dor lombar (Oliveira, Zabka, Flores, 2008), o que não apresenta relação com o presente estudo, em que 4% apresentava-se com o IMC elevado, correspondente a obesidade

Conclusão

    O presente estudo apresenta prevalência de 60% para lombalgia seguida de 42% de cervicalgia, sendo o segmento vertebral mais acometido representado pela coluna lombar, seguido com a coluna cervical.
    A atividade do cirurgião dentista possui uma variedade de aspectos e funções, não podendo se abranger somente neste estudo. Este se deteve a investigar a profissão como um todo. Porém, sabe-se que a odontologia é feita de várias especialidades distintas entre si, e com atividades laborais e físicas muito específicas. Essas, futuramente devem ser investigadas de forma separada, para que se possa ter uma intervenção ergonômica focalizada nas necessidades de cada especialidade. Sendo assim, trabalhos mais aprofundados em relação à postura de trabalho associada às especialidades, na organização de trabalho e sobre os equipamentos utilizados nas atividades dos odontólogos, baseados nos achados do presente estudo, podem levar a uma melhoria na qualidade da atividade laboral e de vida deste segmento profissional.

Fonte: www.doresnacoluna.chakalat.net

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Pilates no Stand Up Paddle board / Supilates



Stand up Paddle Surf tem origem nas diversas tradições dos povos nativos de todo globo. Na Amazônia ou em qualquer outra região existe na história dos povos indígenas o transporte sobre pedaços de madeira de propulsão a remo. No Hawaii mais que em qualquer outro lugar, as canoas e as pranchas sempre conviveram lado a lado.

A referência expressiva da modalidade deu-se na década de 80, com a famila Achoy. Eles praticavam o surf a remo.

Laird Hamilton e Dave Kalama se divertiram tanto utilizando os remos com pranchas, que aperfeiçoaram e utilizaram também como forma de aumentar a performance nos treinamentos e adotaram as modalidades (distance, race e surf) do Stand up Paddle Surf desde então, explica o instrutor da Art in Surf da Barra da Tijuca-RJ Alexandre Hargreaves.


No Rio de Janeiro e Florianópolis o Stand Up Paddle Surf já invadiu as praias e sua popularização é crescente em todo Brasil. É considerado uma modalidade abrangente por acolher pessoas a partir dos 4 anos de idade, de altíssima queima calórica, permite o contato com a natureza. É realmente um esporte emocionante e fascinante!


Foi na praia da Barra da Tijuca-RJ palco do WTC de 2012 e sede das olimpíadas de 2016 que experimentei a união do Mat Pilates na prancha de Stand Up. A junção das duas técnicas tem um grande potencial. Sem contar com o cenário perfeito, visual deslumbrante!! Pedra da Gávea, ilhas Cagarras.


O Pilates, através de seus princípios visa, alinhar o corpo, trabalhar a respiraçãoforça,resistência, através de movimentos conscientes e eficientes. Praticado sobre a prancha, o desafio criado pela instabilidade da mesma gera uma resposta do corpo muito interessante. 
Envolve muito trabalho proprioceptivo que é a identificação senso-receptiva das características de movimento do corpo e dos membros. Os trajetos neurais aferentes enviam ao sistema nervoso central informação proprioceptiva sobre as características do movimento do corpo e dos membros, como orientação, localização espacial, velocidade e ativação muscular (Magill, 2000).

Supilates (Pilates na prancha de Stand Up) é um ótima pedida para os pilateiros que buscam o contato com a natureza e excelente para os surfistas que precisam de um bom condiconamento físico para melhorar sua performance e também evitar possíveis lesões.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Pilates e a perda de peso: verdade ou mito?

Muitas pessoas buscam o Pilates não só para manter a boa forma e ter uma vida mais saudável, mas na esperança de perder peso. Seguir os padrões de beleza é uma tarefa difícil e a discussão constante é: Pilates ajuda a emagrecer?

O professor de Educação Física e apresentador do programa BemStar, da GNT, Márcio Atalla, é categórico ao dizer que não, Pilates não emagrece. “Mas melhora a flexibilidade e a postura, proporciona ganho de massa muscular e trabalha a respiração”. Como qualquer atividade física, Pilates auxilia no emagrecimento se aliado a uma dieta alimentar adequada. Esse foi o caso da cantora Adele que, após uma cirurgia, mudou não só os hábitos alimentares como também parou de fumar.

Outra cantora passou pela mesma situação. Kelly Osbourne perdeu 22 kg após participar do Dancing With The Stars, quadro que inspirou o “Dança dos Famosos” do Domingão do Faustão. Ela conta que mantém o peso com a prática do Pilates, condicionamento físico, ioga e outras atividades, além de seguir uma alimentação balanceada. "As pessoas pensam que eu perdi peso e então fiquei feliz, mas não é assim que funciona. Você tem que ser feliz primeiro. Eu fiz uma mudança de vida e a perda de peso foi uma consequência incrível", explica a estrela.

Márcio Atalla diz que o indivíduo que quer emagrecer deve mudar o estilo de vida. “Significa alterar os hábitos alimentares e incluir exercícios físicos, mudanças que exigem dedicação e levam tempo. Planejá-las com a ajuda de um profissional pode garantir uma perda de peso definitiva”, esclarece o profissional que acompanhou Ronaldo “Fenômeno” no quadro “Medida Certa” do programa dominical Fantástico.

FONTE: www.tudosobrepilates.com.br

domingo, 23 de dezembro de 2012

Acredite se quiser: "Papai Noel faz Pilates"

Como é possível um velhinho subir no telhado, descer pela chaminé e ainda por cima carregando pacotes de presente.
Só tem uma explicação.
Ele faz Pilates!


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Gasto calórico de uma aula de pilates



Foram mensurados os gastos calóricos e metabólicos e taxas de esforço percebido em indivíduos praticantes de aulas de matpilates, nos três níveis: básico, intermediário e avançado.
O artigo mostra um resultado melhor quando esse aluno passa do nível básico para o intermediário. O gasto calórico médio nos 30 primeiros minutos da atividade foi de 180 calorias e de 90 calorias a cada 15 minutos subseqüentes sendo que os homens obtiveram maiores gastos energéticos do que a mulheres (devido à maior massa muscular). Os exercícios Side Bend (dobrar de lado), Jack-Knife (canivete) e Boomerang, apresentaram os maiores gastos energéticos, enquanto que os movimentos: sealed twist, Leg circle e o The hundred tiveram gastos menores.
As aulas básicas foram equiparadas ao gasto energético de uma sessão de alongamentos ativos. As aulas intermediárias obtiveram um gasto energético igual ao de uma caminhada na esteira com a velocidade de 6.4 km/h.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Técnica de pilates em pé é novidade para modelar o corpo


Quem quer chegar à boa forma neste verão pode investir na modalidade para queimar calorias e melhorar a postura



Com a proximidade do verão, é hora de planejar as férias e reservar uns dias para aproveitar a praia. Para boa parte das mulheres, também é tempo de intensificar a malhação na academia para ficar com o corpo em dia nos biquínis, vestidos e saias.
Para quem deseja eliminar as gordurinhas até os dias de calor intenso, a dica é uma modalidade que surgiu nas academias recentemente: o Standing Pilates ou pilates em pé. Trata-se de uma nova técnica do já conhecido método pilates, que alia movimento, concentração e preparação física.
Porém, nela é utilizado uma espécie de colete com resistências elásticas que possibilitam que a carga do próprio corpo seja acionada para resistir ou assistir ao movimento, otimizando os esforços da modalidade.
Assim, segundo a divulgação da clínica curitibana Núcleo do Corpo, que aposta na novidade, é possível melhorar os níveis de equilíbrio na posição em pé, além de priorizar o fluxo e o desempenho da movimentação, sem deixar de lado o prazer de praticar o exercício.
Vale destacar que o acessório, chamado de Tye4, é mais uma evolução do pilates proposta pelo Physicalmind Institute, de Nova York, que é um dos mais importantes centros da modalidade no mundo. A intenção é adequar o método à realidade de quem treina, que em geral é sedentário e passa muito tempo sentado.
Assim, vale procurar essa novidade do pilates na sua cidade para queimar as calorias e fazer bonito no biquíni.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Exercício físico é melhor do que atividade intelectual para proteger a memória de idosos


De acordo com nova pesquisa, as atividades físicas, e não as que estimulam a mente, protegem o cérebro contra prejuízos que ocorrem com a idade

Segundo pesquisadores da Universidade de Edimburgo, na Grã-Bretanha, a atividade física pode ser melhor do que exercícios que estimulam a mente, como palavras-cruzadas, para proteger o cérebro contra o envelhecimento. Em um estudo feito com quase 700 idosos, esses especialistas concluíram que quem é fisicamente ativo tende a ter maiores volumes das massas cinzenta e branca do cérebro, o que indica que os prejuízos à memória e à cognição, que ocorrem naturalmente com a idade, são menores entre esses indivíduos.

A massa cinzenta é uma região do cérebro que possui o corpo das células nervosas e que abrange partes do órgão envolvidas no controle muscular, memória, fala e percepção sensorial, tais como ver e ouvir. A substância branca, por outro lado, conecta regiões do cérebro envolvidas no processamento das emoções, atenção, tomada de decisão e controle cognitivo. É normal que o cérebro diminua quando uma pessoa atinge uma idade mais avançada e, portanto, que essas funções sejam prejudicadas com o envelhecimento.

A pesquisa britânica, que foi publicada nesta terça-feira na revista Neurology, acompanhou, durante três anos, 691 idosos que tinham 70 anos no início do estudo. A equipe aplicou um questionário sobre atividade física, hobbies e outros hábitos, e também realizou exames de imagem no cérebro desses indivíduos.
Os resultados revelaram que os idosos que praticavam mais atividade física eram os mesmos que apresentavam o maior volume das massas cinzenta e branca no cérebro. Eles também mostraram estar mais protegidos contra lesões no cérebro que prejudicam a cognição e a memória em comparação com os idosos que se exercitavam menos. Os autores não encontraram, porém, diferenças significativas entre o cérebro daqueles que faziam mais ou menos atividades de lazer que não eram físicas, como palavras-cruzadas e leitura.
De acordo com os pesquisadores, no entanto, como o estudo foi observacional, trabalhos maiores devem ser feitos para confirmar esses achados.
FONTE: Revista VEJA

domingo, 26 de agosto de 2012

Idosa encontra no Pilates forma de se recuperar de três AVCs em Manaus


Método Pilates fortalece musculatura e auxilia na manutenção da postura.
Idosa conseguiu recuperar movimentos do lado direito do corpo.


Quem vê a dona de casa Donor Azaro D’Lippi, de 76 anos, praticando Pilates, método de controle e fortalecimento muscular, não imagina a importância da técnica na vida dela. Depois de sofrer três acidentes vasculares em três anos consecutivos (1989, 1990 e 1991), ela começou a realizar Pilates diariamente, contribuindo para recuperar os movimentos do lado direito do corpo.

"No início, eram três horas de manhã e três à tarde de fisioterapia e depois me voltei ao Pilates”, disse Donor ao mencionar que frequenta as sessões de duas a três vezes por semana. “Pilates é fundamental na minha vida”.

Segundo a fisioterapeuta, Lucélia Sant’Anna, realizar Pilates ajuda as pessoas a adquirirem uma postura melhor e terem mais disposição para a rotina de trabalho, além de fortalecer os músculos. Uma sessão de Pilates dura uma hora e é indicado para todas as faixas etárias, com exceção de crianças menores de quatro anos. “Quem inicia Pilates desde criança tem a possibilidade de crescer com a musculatura fortalecida. O abdômem é a base de tudo e vai sendo exercitado com o passar dos anos”, diz Lucélia.

Na história da técnica, Joseph Pilates criou o primeiro studio do método em 1923. Desde então, as casas especializadas se espalharam pelo mundo. Segundo a fisioterapeuta, quem não gosta do ambiente agitado de academias encontra no Pilates a calmaria que precisa. "Muita gente não gosta da agitação e procura o Pilates porque trabalha o corpo aliado a respiração. É quando podemos intensificar os exercícios”, explicou.

O método prioriza trabalhar com os limites de cada indivíduo. É levado em consideração o ritmo e o que já pode ter ocorrido com os músculos dos pacientes. Uma sessão envolve no máximo quatro pacientes e o atendimento personalizado é exigido para que o resutado seja satisfatório. “Durante a sessão é comum ficar corrigindo a postura de quem está na sessão. A gente sempre diz que há um passado do cliente que precisa ser percebido. Não é só uma coluna vertebral, se trabalha com a mente também”, afirma a fisioterapeuta.

FONTE: G1.com

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Pilates pode melhorar desempenho sexual feminino

Com o Dia Mundial do Orgasmo sendo comemorado na terça-feira (31), instrutor de pilates destaca os benefícios que a prática traz para o desempenho sexual das mulheres.



O dia 31 de julho é marcado por uma data curiosa, poucos sabem que é nele em que se comemora o Dia Mundial do Orgasmo. Mas muitas mulheres não têm o que comemorar, por infelizmente não conseguirem atingir o prazer máximo nas relações sexuais com seus parceiros. Os motivos podem ser de natureza psicológica ou física.
Uma boa notícia para estas mulheres é que os instrutores de pilates garantem que a atividade física tem o poder de auxiliar na melhora do desempenho sexual delas, além, é claro, de trazer inúmeros benefícios à saúde de quem pratica.
“Os exercícios contribuem para uma maior disposição para o sexo devido a uma série de fatores: desenvolvimento da capacidade respiratória, uma vez que os exercícios são realizados com respiração correta e suave; maior capacidade de concentração; aumento da resistência, da força e da flexibilidade corporal; e trabalho dos músculos da região pélvica (do quadril)”, explica Antonio Claudio Fretz, instrutor de pilates. 
A força que o exercício possibilita aos músculos da região abdominal e da pelve melhora na sustentação e na durabilidade do ato sexual; e mais, com a liberação da serotonina (substância aliada ao humor e ao prazer) o estresse diminui, especialistas afirmam que este é um dos principais baldes de água fria. 
“Os movimentos de abrir e fechar a perna e o de empurrar e encaixar o quadril, realizados no pilates, trabalham com o períneo e os adutores, os mesmo usados nas posições sexuais. Fortalecer essa musculatura só ajuda a melhorar a performance”, diz Fretz.
Exercício em casa
O instrutor ainda dá uma dica de um exercício fácil que pode ser realizado em casa.
"Deitada em um colchonete, coloque uma bola entre os joelhos. Inspire e quando for expirar aperte a bola com força. Aproveite também para contrair bem o abdômen e o assoalho pélvico durante essa expiração.Repita de 10 a 15 vezes", finaliza Fretz.
FONTE: UOL